quinta-feira, 18 de junho de 2009

Como Atirar Vacas no Precipício...



Lí este livro, não só uma, mas várias vezes. De fácil leitura,vai conquistando o interesse à cada nova história. Tenho certeza que você vai gostar muito!!!
Boa leitura,
Mara

Como Atirar Vacas No Precipício
(Alzira Castilho)


As parábolas, lendas e mitos são histórias que tocam a alma. Diz-se que falam das verdades essenciais contidas no subconsciente humano, daí o forte e instantâneo elo com o leitor. As parábolas são aceitas universalmente como a forma ideal de transmitir ensinamentos complexos em poucas palavras a pessoas comuns. Jesus, Buda, Maomé, só para citar alguns dentre os grandes mestres, utilizaram intensamente este recurso para ensinar.

O título Como Atirar Vacas no Precipício vem da primeira das sessenta e três parábolas, e todas trazem ao menos um ensinamento importante sobre a essência do amor, da amizade, da tolerância, do autocontrole, da vida e da morte. Se gostar de ler histórias que levam a reflexão pessoal, ou se costuma enviar e receber e-mails com mensagens otimistas, ou se procura um bom presente para um ente querido, ou mesmo se deseja saber como atirar vacas em um precipício pode melhorar a sua vida, Como Atirar Vacas no Precipício é o que você precisa.

quarta-feira, 17 de junho de 2009

Água da Paz...

Quem acompanha este blog (lindíssimo por sinal), deve ter reparado que eu, Flávio, há uns dias fiz uma postagem.

Eu, que sempre visitei este blog da Mara, fui convidado por ela para fazer postagens aqui também!

Na verdade, eu sempre gostei das novas tendências que surgem na internet. Gosto de novidades e ferramentas on-line fáceis: são interessantes! Uma delas é o blog. Conceito surgido para ser um diário na internet e que hoje é muito mais que isso: blog é uma página dedicada (para qualquer coisa).

Então, uns anos atrás (entre 2006 e 2007) eu criei um blog e finalizei ele com 50 postagens. Eram postagens variadas e, na sua maioria, com mensagens e provérbios populares. O nome dele remetia à turma: SHAMBUMPED. E o que significa essa palavra? Basta ver aqui!

Enfim, é com muita alegria e prazer que deixo livre para este blog da Mara todo o conteúdo do blog Shambumped e como início, transcrevo abaixo um post com muito carinho e sabendo o que eu desejo para todos: Paz.

Espero que gostem!




Água da Paz

"Quando alguém lhe provocar irritações, pegue um copo de água,
beba um pouco e conserve o resto na boca.

Não a ponha fora, nem a engula.

Enquanto durar a tentação de responder,
deixe a água banhando a língua.

Esta é a água da paz."




Bjs & Abçs
Flávio

Desejo...


Desejo primeiro que você ame,
E que amando, também seja amado.
E que se não for, seja breve em esquecer.
E que esquecendo, não guarde mágoa.

Desejo, pois, que não seja assim
Mas se for, saiba ser sem se desesperar.
Desejo também que tenha amigos,
Que mesmo maus e inconseqüentes
Sejam corajosos e fiéis.
E que pelo menos em um deles
Você possa confiar sem duvidar.

E porque a vida é assim...
Desejo ainda que você tenha inimigos.
Nem muitos, nem poucos
Mas na medida exata, para que
Algumas vezes você se interpele
A respeito de suas próprias certezas.
E que entre eles
Haja pelo menos um que seja justo.

Desejo depois, que você seja útil
Mas não insubstituível.
E que nos maus momentos
Quando não restar mais nada,
Essa utilidade seja suficiente
Para manter você de pé.

Desejo ainda que você seja tolerante.
Não com os que erram pouco
Porque isso é fácil,
Mas com os que erram muito e irremediavelmente.
E que fazendo bom uso dessa tolerância
Você sirva de exemplo aos outros.

Desejo que você, sendo jovem,
Não amadureça depressa demais.
E que sendo maduro,
Não insista em rejuvenescer.
E que sendo velho,
Não se dedique ao desespero.
Porque cada idade tem o seu prazer e a sua dor.

Desejo, por final, que você seja triste.
Não o ano todo, mas apenas um dia.
Mas que nesse dia,
Descubra que o riso diário é bom.
O riso habitual é insosso
E o riso constante é insano.

Desejo que você descubra
Com o máximo de urgência,
Acima e a respeito de tudo
Que existem oprimidos, injustiçados e infelizes
E que estão bem à sua volta.
Desejo ainda,
Que você afague um gato, alimente um cuco
E ouça o joão-de-barro.
Erguer triunfante o seu canto matinal
Porque assim, você se sentirá bem por nada.

Desejo também
Que você plante uma semente, por menor que seja.
E acompanhe o seu crescimento,
Para que você saiba
De quantas muitas vidas é feita uma árvore.

Desejo, outrossim, que você tenha dinheiro
Porque é preciso ser prático.
E que pelo menos uma vez por ano
Coloque um pouco dele na sua frente e diga:
"Isso é meu"
Só para que fique bem claro
Quem é o dono de quem.

Desejo também,
Que nenhum de seus afetos morra.
Por eles e por você
Mas que se morrer,
Você possa chorar sem se lamentar
E sofrer sem se culpar.

Desejo por fim
Que você sendo homem, tenha uma boa mulher.
E que sendo mulher, tenha um bom homem.
Que se amem hoje, amanhã e nos dias seguintes.
E quando estiverem exaustos e sorridentes
Ainda haja amor pra recomeçar.

E se tudo isso acontecer
Não tenho mais nada a lhe desejar.

(Victor Hugo)

terça-feira, 16 de junho de 2009

Silêncios e Palavras!...


Não diga as coisas com pressa. Mais vale um silêncio certo que uma palavra errada. Demora naquilo que você precisa dizer. Livre-se da pressa de querer dar ordens ao mundo. É mais fácil a gente se arrepender de uma palavra que de um silêncio.

Palavra errada, na hora errada, pode se transformar em ferida naquele que disse, e também naquele que ouviu. Em muitos momentos da vida o silêncio é a resposta mais sábia que podemos dar a alguém.

Por isso, prepara bem a palavra que será dita. Palavras apressadas não combinam com sabedoria. Os sábios preferem o silêncio. E nos seus poucos dizeres está condensada uma fonte inesgotável de sabedoria.

Não caia na tentação do discurso banal, da explicação simplória. Queira a profundidade da fala que nos pede calma. Calma para dizer, calma para ouvir.

Hoje, neste tempo de palavras muitas, queiramos a beleza dos silêncios poucos.

(Pe. Fábio de Melo)

Titãs - É Preciso Saber Viver...



É Preciso Saber Viver

Quem espera que a vida
Seja feita de ilusão
Pode até ficar maluco
Ou morrer na solidão
É preciso ter cuidado
Pra mais tarde não sofrer
É preciso saber viver

Toda pedra do caminho
Você pode retirar
Numa flor que tem espinhos
Você pode se arranhar
Se o bem e o mal existem
Você pode escolher
É preciso saber viver

É preciso saber viver
É preciso saber viver
É preciso saber viver
Saber viver, saber viver!

segunda-feira, 15 de junho de 2009

Lá Onde eu Moro...


Onde moro
Mora a tranquilidade.
Là, pássaros são cantores.
E os raios de sol na minha janela,
São despertadores.

onde moro,
Mora a longevidade.
O ar cheira laranjeira,
E são como mel ,
Os frutos da goiabeira.

Onde moro
mora a saudade,
Sapos saltitantes
Natureza em harmonia,
E cigarras quase falantes.

Onde moro
Mora a solidariedade.
As formigas e seu labor,
Borboletas de muita cor
E zangão cheirando a flor.

Onde moro
Mora a felicidade
O por do sol é vibrante,
À noite,
A luz da lua,
as corujas fazem a festa ,
As lobas as serestas,
Os amores, são presentes
Das estrelas cadentes.
Madrugada
Quando o sol desponta
È o galo quem canta,
Anunciando um novo dia,
Carregado de esperança,
Recheado de alegria,
É lá que eu moro.


(Fatima Castro)

sexta-feira, 12 de junho de 2009

Dia dos Namorados no Brasil...


No Brasil, a data é comemorada no dia 12 de Junho por ser véspera do 13 de Junho, Dia de Santo António, santo português com tradição de casamenteiro, provavelmente devido suas pregações a respeito da importância da união familiar que era combatida pela heresia da época chamada Catarismo. O casamento - em queda na Idade Média - gerava filhos que a seita cátara condenava pois para esta o mundo era intrinsicamente mau pois, ao invés de ter sido criado por um Deus bom, teria sido criado por um Deus mau.

A data provavelmente surgiu no comércio paulista e depois foi assumida por todo o comércio brasileiro para reproduzir o mesmo efeito do Dia de São Valentim, equivalente nos países do hemisfério norte, para incentivar a troca de presentes entre os apaixonados.

quinta-feira, 11 de junho de 2009

Gibran Khalil Gibran...


Gibran Khalil Gibran, (6 de janeiro de 1883; Bicharre, Líbano – 10 de abril de 1931, Nova Iorque, Estados Unidos da América), foi um ensaísta, filósofo, prosador, poeta, conferencista e pintor de origem libanesa, cujos escritos, eivados de profunda e simples beleza e espiritualidade, alcançaram a admiração do público de todo o mundo.

Seu nome completo transliterado para línguas ocidentais (de base alfabética predominantemente neo-latina), é Gibran Khalil Gibran, assim assinando em árabe. Em inglês (pois foi nos Estados Unidos da América que ele desenvolveu a maior parte da sua atividade produtiva), preferiu a forma reduzida e ligeiramente modificada de Khalil Gibran. E assim se conhece em todo o mundo ocidental.

Em sua relativamente curta, porém prolífica existência (viveu apenas 48 anos), Khalil Gibran produziu obra literária acentuada e artisticamente marcada pelo misticismo oriental, que — por essa razão — alcançou popularidade em todo o mundo. Sua obra, acentuadamente romântica e influenciada por fontes de aparente contraste como a Bíblia, Nietzsche e William Blake, trata de temas como o amor, a amizade, a morte e a natureza, entre outros.
Escrita em inglês e árabe, expressa as inclinações religiosas e mística do autor. Sua obra mais conhecida é o livro "O Profeta", que foi originalmente publicado no idioma inglês e traduzido para inúmeros outros idiomas mundo afora.
Outro livro de destaque é "Asas Partidas", em que o autor fala de sua primeira história de amor.


O Profeta

Amai-vos um ao outro, mas não façais do amor um grilhão:
Que haja antes um mar ondulante entre as praias de vossas almas.
Encheis a taça um do outro, mas não bebais na mesma taça.
Dai de vosso pão um ao outro, mas não comais do mesmo pedaço.
Cantai e dançai juntos, e sede alegres, mas deixai cada um de vos estar sozinho,
Assim como as cordas da lira são separadas e, no entanto, vibram na mesma harmonia.

Dai vossos corações, mas não confieis a guarda um do outro.
Pois somente a mão da vida pode conter nossos corações.
E vivei juntos, mas não vos aconchegueis em demasia;
Pois as colunas do templo erguem-se separadamente,
E o carvalho e o cipreste não crescem a sombra um do outro.

(Gibran Khalil Gibran)

quarta-feira, 10 de junho de 2009

Irritação...


A sua irritação não solucionará problema algum...
As suas contrariedades não alteram a natureza das coisas...
Os seus desapontamentos não fazem o trabalho que só o tempo conseguirá realizar.
O seu mau humor não modifica a vida...
A sua dor não impedirá que o sol brilhe amanhã sobre os bons e os maus...
A sua tristeza não iluminará os caminhos...
O seu desânimo não edificará ninguém...
As suas lágrimas não substituem o suor que você deve verter em benefício da sua própria felicidade...
As suas reclamações, ainda mesmo afetivas, jamais acrescentarão nos outros um só grama de simpatia por você...
Não estrague o seu dia.
Aprenda a sabedoria divina,
A desculpar infinitamente, construindo e reconstruindo sempre...
Para o infinito bem!

(Chico Xavier)

terça-feira, 9 de junho de 2009

09 de junho na História de São Paulo

09 de junho



Falecimento do Padre Anchieta, considerado o primeiro diplomata do Brasil por sua ação com os indígenas. E para São Paulo (e o Brasil): Padre Anchieta participou da fundação, no planalto de Piratininga, do Colégio de São Paulo, do qual foi regente, embrião da cidade de São Paulo. "São Paulo nasceu onde hoje é o Páteo do Colégio."





B I O G R A F I A




Nasceu na ilha de Tenerife, uma das ilhas Canárias dominadas pela Espanha no final do século XV, a 19 de março de 1534, dia de São José, motivo de seu nome. Filho de próspera família, tendo por pais Juan de Anchieta e Mência de Clavijo y Llarena, teve a oportunidade de estudar desde a mais tenra idade, provavelmente com os dominicanos. Aos quatorze anos iniciou seus estudos em Coimbra, no renomado Colégio de Artes, orgulho do rei Dom João III.

Lá recebeu uma educação renascentista, principalmente filológica e literária. Com 17 anos de idade ingressou na Companhia de Jesus, ordem fundada por Inácio de Loyola em 1539 e aprovada por meio da bula Regimini Militantis Eclesiae em 1540, pelo papa Paulo III. No ano de 1553, no final de seu noviciado, fez seus primeiros votos como jesuíta. Assim, acabavam seus temores de não poder permanecer na Ordem por ter sido acometido de uma doença ósteo-articular logo após seu ingresso. Aconselhado pelos médicos de que os ares do Novo Mundo seriam benéficos para sua recuperação, foi enviado em missão para o domínio português na América.

Veio ao Brasil com a segunda leva de jesuítas, junto com a esquadra de Duarte da Costa, segundo governador-geral do Brasil. Em 1554 participou da fundação do colégio da vila de São Paulo de Piratininga, núcleo da futura cidade que receberia o nome de São Paulo, onde também foi professor. Exerceu o cargo de provincial entre os anos de 1577 a 1587. Escreveu cartas, sermões, poesias, a gramática da língua mais falada na costa brasileira (o tupi) e peças de teatro, tendo sido o representante do Teatro Jesuítico no Brasil.

Sua obra pode ser considerada como a primeira manifestação literária em terras brasileiras. Contribuiu, dessa maneira, para a formação do que viria a ser a cultura brasileira. De toda a sua obra, destacam-se a Gramática da língua mais falada na costa do Brasil, De Gestis Mendi de Saa, Poema da Bem-aventurada Virgem Maria, Mãe de Deus, Teatro de Anchieta e Cartas de Anchieta. A coleção de Obras Completas do Pe. José de Anchieta é dividida sob três temáticas: poesia, prosa e obras sobre Anchieta; a publicação prevê um total de 17 volumes.José de Anchieta faleceu na cidade de Reritiba (atual Anchieta) na Capitania do Espírito Santo, em 9 de junho de 1597. Graças ao seu papel ativo no primeiro século de colonização do Brasil, José de Anchieta ganhou vários títulos, tais como: “apóstolo do Novo Mundo”, “fundador da cidade de São Paulo”, “curador de almas e corpos”, “carismático”, “santo”, entre outros. Assim, teve uma imagem construída de maneira heroicizada por seus biógrafos, já nos anos que se seguiram à sua morte.

As três primeiras biografias escritas em língua portuguesa foram: Breve relação da vida e morte do Padre José de Anchieta, de Quirício Caxa (1988), escrita em 1598, um ano após a morte de Anchieta, Vida do Padre José de Anchieta da Companhia de Jesus, escrita em 1607 por Pero Rodrigues (1988) e Vida do Venerável Padre José de Anchieta, de Simão de Vasconcelos(1953), escrita em 1672. As obras coevas, escritas por padres jesuítas, serviram ao longo processo que levou à beatificação de Anchieta em 1980.

Uma biografia contemporânea deve ser consultada: Anchieta, o apóstolo do Brasil, de Hélio Abranches Viotti (1980). Os dois maiores estudiosos de Anchieta foram os padres jesuítas Armando Cardoso (1997) e Murillo Moutinho (1999). Este último publicou uma obra imprescindível para os estudos sobre o jesuíta: Bibliografia para o IV Centenário da Morte do Beato José de Anchieta: 1597-1997.

Junto com outros padres que, em oposição à Contra-Reforma, tinham a catequese como objetivo. Este movimento influenciou o teatro e a poesia, e acabou resultando na melhor produção literária do Quinhentismo brasileiro. Das suas contribuições culturais para o nosso país, podemos citar as poesias em verso medieval (destaque: Poema à Virgem), os que misturavam características religiosas e indigenas, a primeira gramática do tupi-guarani (a cartilha dos nativos), além da fundação de um colégio.

De acordo com o crítico Eduardo Portella, o trabalho de José de Anchieta deve ser entendido como uma manifestação da cultura medieval no Brasil, por conta de sua poesia simples e didática, da métrica e do ritmo por ele usados. Além de Auto da Pregação Universal, Anchieta é considerado como sendo o autor de Na Festa de São Lourenço, também chamada de Mistério de Jesus e de outros autos.



Fonte: www.histedbr.fae.unicamp.br - Parte do Conteúdo elaborado por Cézar de Alencar Arnaut de Toledo, Flávio Massami Martins Ruckstadter e Vanessa Campos Mariano Ruckstadter para o site: http://www.sampa.art.br/biografias/padreanchieta/


C U L T U R A



Museu Anchieta


O Museu Anchieta está localizado na praça do Pátio do Colégio, no centro de São Paulo. Reúne todo o histórico da vida do padre Anchieta. Há uma maquete que mostra a antiga cidade de São Paulo, cercada por taipas e pelos rios da época. No pátio, há uma parede histórica, de quase 500 anos, feita de barro e óleo de baleia pelo padre Afonso Brás. Ponto do Planalto Paulista escolhido pelos Jesuítas, para fundação da cidade destinada a ser a segunda maior do mundo e primeira a nascer de um Colégio. Marco do início da cidade, fundado em 1554 pelos jesuítas Manuel da Nóbrega e José de Anchieta, que ali ergueram sua primeira capela, reconstruída de uma que existiu no século XVIII, próximo a ela está o Museu de Anchieta, onde encontram-se utensílios de uso diário da época e trabalhos preciosos da arte sacra. No interior do pátio do museu encontram-se paredes originais da construção que foram mantidas para estudo.


Para saber mais:

Página da Wikipédia sobre o Padre Anchieta
http://pt.wikipedia.org/wiki/Jos%C3%A9_de_Anchieta

domingo, 7 de junho de 2009

Atitudes...


Três verbos existem que, bem conjugados, serão lâmpadas luminosas em nosso caminho...
Aprender, Servir e Cooperar.
Três atitudes exigem muita atenção...
Analisar, Reprovar e Reclamar.
Dê três normas de conduta jamais nos arrependeremos...
Auxiliar com a intenção do bem, Silenciar e Pronunciar frases de bondade e estímulo.
Três diretrizes manter-nos-ão, invariavelmente, em rumo certo...
Ajudar sem distinção , Esquecer todo mal e Trabalhar sempre.
Três posições devemos evitar em todas as circunstâncias...
Maldizer, Condenar e Destruir.
Possuímos três valores que, depois de perdidos, jamais serão recuperados...
A hora que passa, A oportunidade e A palavra falada.
Três programas sublimes se desdobram à nossa frente, revelando-nos a glória da Vida Superior...
Amor, Humildade e Bom ânimo.
Que o Senhor nos ajude, pois, em nossas necessidades, a seguir sempre três abençoadas regras de salvação...
Corrigir em nós o que nos desagrada em outras pessoas.
Amparar-nos mutuamente.
Amar-nos uns aos outros

(Chico Xavier)

sábado, 6 de junho de 2009

Nascestes...


Nasceste no lar que precisavas, vestiste o corpo físico que merecias, moras onde melhor Deus te proporcionou, de acordo com teu adiantamento.
Possuis os recursos financeiros coerentes com as tuas necessidades, nem mais, nem menos, mas o justo para as tuas lutas terrenas.
Teu ambiente de trabalho é o que elegeste espontaneamente para a tua realização.
Teus parentes, amigos são as almas que atraíste, com tua própria afinidade.
Portanto, teu destino está constantemente sob teu controle.
Tu escolhes, recolhes, eleges, atrais, buscas, expulsas, modificas tudo aquilo que te rodeia a existência.
Teus pensamentos e vontade são a chave de teus atos e atitudes....
São as fontes de atração e repulsão na tua jornada vivência.
Não reclames nem te faças de vítima. Antes de tudo, analisa e observa.
A mudança está em tuas mãos. Reprograme tua meta, busca o bem e viverás melhor.
Embora ninguém possa voltar atrás e fazer um novo começo.
Qualquer um pode começar agora e fazer um Novo Fim.
(Benção do Chico Xavier)

terça-feira, 2 de junho de 2009

Luto pelos passageiros do Vôo AF 447...


Salmo 23

O Senhor é o meu Pastor, nada me faltará.

Deitar-me faz em verdes pastos,
guia-me mansamente às águas tranquilas;

Refrigera a minha alma,
guia-me pelas veredas da justiça por amor do seu nome,

Ainda que eu andasse pelo vale da sombra da morte
não temeria mal algum, porque tu estás comigo,
a tua vara e o teu cajado me consolam;

Preparas uma mesa perante mim na presença dos meus inimigos,
unges a minha cabeça com óleo, o meu cálice transborda;

Certamente que a bondade e a misericórdia
me seguirão todos os dias de minha vida,
e habitarei na casa do Senhor por longos dias.

Amém.

segunda-feira, 1 de junho de 2009

Perdas...


Quatro estações são necessárias para que se possa passar adiante depois de uma perda. O primeiro tudo depois da morte é sempre o mais difícil: o primeiro aniversário, o primeiro natal, o primeiro réveillon, as primeiras férias... são as ocasiões mais doloridas. Mas o passar dos dias ameniza a dor e vai dando lugar a uma certa nostalgia, ao carinho da lembrança.

Pensamos no instante da perda que nunca mais seremos capazes de sorrir, mas isso não é verdade. Depois de algumas auroras e alguns entardeceres, vamos descobrindo que a vida ainda está muito presente, que ainda somos capazes de nos alegrar com outras coisas, sem que isso diminua o amor e a saudade que sentimos de quem partiu.

Aceitamos dificilmente a morte porque nos esquecemos com facilidade que nossa vida na terra é apenas uma passagem. E quando alguém parte, é como se acordássemos para essa realidade: somos eternos para a vida, mas não a terrena! Inconscientemente pensamos na nossa própria morte e na daqueles que ainda estão conosco.

Mas... enquanto o sangue pulsar nas nossas veias, é a vida que pulsa e tudo o que podemos e devemos fazer é vivê-la. Alguém que amamos parte para sempre e isso é tremendamente doloroso. Essa pessoa é insubstituível ao nosso coração, já que cada pessoa é única em si no nosso viver e somos conscientes disso. Mas outros que amamos e que nos amam ainda estão por aqui e isso deve ser motivo de alegria e reconforto.

Por esses, pelo menos, devemos nos reerguer, reagir, fazer um esforço. E para nós, para nosso bem. Deus nos consola; amigos, família nos consolam... só precisamos é aceitar as mãos estendidas. Quatro estações e um pouco de paciência... o sol vai brilhar novamente, a alegria vai de novo encher o coração e tudo vai voltar ao normal. É preciso acreditar nisso!

(Leticia Thompson)

O Sono...



O sono que desce sobre mim,
O sono mental que desce fisicamente sobre mim,
O sono universal que desce individualmente sobre mim —
Esse sono
Parecerá aos outros o sono de dormir,
O sono da vontade de dormir,
O sono de ser sono.
Mas é mais, mais de dentro, mais de cima:
E o sono da soma de todas as desilusões,
É o sono da síntese de todas as desesperanças,
É o sono de haver mundo comigo lá dentro
Sem que eu houvesse contribuído em nada para isso.

O sono que desce sobre mim
É contudo como todos os sonos.
O cansaço tem ao menos brandura,
O abatimento tem ao menos sossego,
A rendição é ao menos o fim do esforço,
O fim é ao menos o já não haver que esperar.

Há um som de abrir uma janela,
Viro indiferente a cabeça para a esquerda
Por sobre o ombro que a sente,
Olho pela janela entreaberta:
A rapariga do segundo andar de defronte
Debruça-se com os olhos azuis à procura de alguém.
De quem?,
Pergunta a minha indiferença.
E tudo isso é sono.

Meu Deus, tanto sono! ...

(Álvaro de Campos)