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sexta-feira, 14 de agosto de 2009

Siga Sua Estrela


Há um lugar especial na vida que necessita do seu conhecimento e um determinado serviço que ninguém mais pode fazer.
Com o tempo você o descobrirá e, mesmo que lhe pareça inútil, não tente mudá-lo nem por um momento, mesmo que você possa.

Há um lugar especial na vida onde você atingirá o que é seu, um sonho que você deve seguir, porque para trás não é seu caminho.

Existe um ponto de partida por onde você deverá começar, por menos importante que possa lhe parecer.
É uma herança de amor para aqueles que virão depois de você.
Há um lugar especial na vida que só você reconhecerá.
Uma estrada tem o seu nome e espera por você.

Existem mãos que você deve segurar, uma palavra que você deve dizer, um sorriso que você deve dare lágrimas que só você poderá enxugar.

Há um lugar especial na vida previsto para ser ocupado por você.
Um campo luminoso onde flores crescem fortes apesar das tempestades.
Há um especial amanhã e o melhor está para vir.

É certo que seu destino é um livro que você não lê.
Mas pode crer: nesta vida há um lugar especial feito só para você!

O 'Inimigo' de Melhor Combate


Não brigue com quem está acima de você. A derrota é mais certa. Respeite então a superioridade alheia, um dia ele pode lhe estender a mão.

Não brigue com quem estiver muito abaixo de você. Não acrescentará nada de novo e ainda perderás na imagem, pois covarde parecerá. Melhor é orientar e ajudar aquele que tenta crescer como seu inimigo, um dia ele pode ser seu aliado.

Não brigue com ninguém de seu nível, pois o duelo é de longo tempo e desgastante, melhor é ceder a vantagem e ficar com seu objetivo, porque na primeira briga que ele se deter, deixará espaço e tempo suficiente para que você siga seu caminho e tome a dianteira sem nenhum conflito.

Mas se quer brigar com alguém, brigue com você mesmo, porque toda vez que você se superar, estará se distanciando dos possíveis inimigos de níveis menores possíveis, estará ganhando daqueles que estiverem em seu nível e ficará mais perto dos que tiverem mais acima, demonstrando a todos que você não olha para eles como inimigos.

O POTE DA VERDADE


No início do mundo, o anjo designado a trazer o pote contendo a verdade foi atacado por demônios que, obviamente não queriam que a verdade chegasse aos homens.
A briga nas alturas foi tão feia, que o anjo, embora defendendo a verdade com toda a valentia, não conseguiu evitar que as hordas demoníacas lhe tomassem o pote.
Mas para evitar que a verdade se perdesse para sempre, deu um único golpe, que fez com que o pote contendo a verdade se quebrasse em milhões de pedaços que foram espalhados pelo vento pelos quatro cantos do mundo.
Cada um dos seres humanos então existentes, acabou achando um pedaço do pote da verdade que, justamente por se tratar da verdade, eram tão belos e brilhavam tanto que os ignorantes achavam que estavam diante de toda a verdade.
Ao invés de juntarem os pedaços para reconstruir o valioso pote, cada um passou a dizer que estava diante de toda a verdade.
SERÁ QUE NÓS NÃO PENSAMOS ASSIM TAMBÉM???

quinta-feira, 13 de agosto de 2009

Anjo


Vivo a Missão que me trouxe novamente ao chão... encarno a personagem que me desnuda do meu verdadeiro eu... aqui esta sou eu!

E sou assim! Sou como sou. Recuso desvirtuar-me apenas por capricho de outros.

Depois de esquecer no tempo como era caminhar, como era pensar, como era falar, continuo a habituar-me ao sentir humano dentro deste parco corpo!

Despi-me de tudo o que possuía... o Universo não cabe no ser humano...

Resta-me a ténue lembrança de uma grandiosidade sem palavras...

Uma vez mais gritei o nome de quem sempre me auxília nas horas mais difíceis... Uma vez mais a ajuda chegou como sempre vem!

Habituei-me há muito que o apoio pode chegar da forma mais inesperada...

E chegou!

Tocou nos pontos fulcrais como quem acaricia as teclas de um piano e dele emergem as mais belas melodias que encantam quem sabe ouvi-las!

Com a sutileza que apenas alguns possuem leu nas entrelinhas e delas tirou todo o significado de uma história que passo a passo vai sendo escrita...

Adivinhou gostos... sentiu emoções... presentiu temores... e dela emergiram as palavras certas quando estas deviam ser ditas para serem sentidas...

Certa de que a ajuda foi mais um passo de gigante na direção do sucesso da minha missão,

sorrio... fecho os olhos...

Em comunhão com o Universo abro a minha alma e o meu coração e chego até ti, estejas onde estiveres deixe que também a minha ajuda, o meu auxílio, te sirvam de apoio e que possa eu ajudar a aliviar as tuas angustias, a enxugar as tuas lágrimas, acalmar o teu coração e o teu espírito...

Sejas tu quem fores...

Dá-me a honra de poder chamar-te de Irmã... Irmão!

Dá-me a honra de poder chamar-te de AMIGA... AMIGO!

Obrigado.

segunda-feira, 16 de fevereiro de 2009

Escolhas de uma vida...


A certa altura do filme "Crimes e Pecados", o personagem interpretado por Woody Allen diz: "Nós somos a soma das nossas decisões". Essa frase acomodou-se na minha massa cinzenta e de lá nunca mais saiu.
Compartilho do ceticismo de Allen: a gente é o que a gente escolhe ser, o destino pouco tem a ver com isso.
Desde pequenos aprendemos que, ao fazer uma opção, estamos descartando outra, e de opção em opção vamos tecendo essa teia que se convencionou chamar "minha vida".
Não é tarefa fácil. No momento em que se escolhe ser médico, se está abrindo mão de ser piloto de avião. Ao optar pela vida de atriz, será quase impossível conciliar com a arquitetura.
o amor, a mesma coisa: namora-se um, outro, e mais outro, num excitante vaivém de romances. Até que chega um momento em que é preciso decidir entre passar o resto da vida sem compromisso formal com alguém, apenas vivenciando amores e deixando-os ir embora quando se findam, ou casar, e através do casamento fundar uma microempresa, com direito a casa própria, orçamento doméstico e responsabilidades.
As duas opções têm seus prós e contras: viver sem laços e viver com laços...
Escolha: beber até cair ou virar vegetariano e budista?
Todas as alternativas são válidas, mas há um preço a pagar por elas.
Quem dera pudéssemos ser uma pessoa diferente a cada 6 meses, ser casados de segunda a sexta e solteiros nos finais de semana, ter filhos quando se está bem-disposto e não tê-los quando se está cansado.
Por isso é tão importante o auto conhecimento. Por isso é necessário ler muito, ouvir os outros, estagiar em várias tribos, prestar atenção ao que acontece em volta e não cultivar preconceitos.
Nossas escolhas não podem ser apenas intuitivas, elas têm que refletir o que a gente é.
Lógico que se deve reavaliar decisões e trocar de caminho: Ninguém é o mesmo para sempre. Mas que essas mudanças de rota venham para acrescentar, e não para anular a vivência do caminho anteriormente percorrido.
A estrada é longa e o tempo é curto.
Não deixe de fazer nada que queira, mas tenha responsabilidade e maturidade para arcar com as conseqüências destas ações.
Lembrem-se: suas escolhas têm 50% de chance de darem certo, mas também 50% de chance de darem errado.
A escolha é sua...!
(Pedro Bial)

sábado, 14 de fevereiro de 2009

Sobre o amor...


Por mais que o poder e o dinheiro tenham conquistado uma ótima posiçãono ranking das virtudes, o amor ainda lidera com folga.
Tudo o que todos querem é amar!
Encontrar alguém que faça bater forte o coração e justifique loucuras.
Que nos faça entrar em transe, cair de quatro, babar na gravata.
Que nos faça revirar os olhos, rir à toa, cantarolar dentro de um ônibus lotado.
Depois que acaba esta paixão retumbante, sobra o que?
O amor. ..
Mas não o amor mistificado, que muitos julgam ter o poder de fazer levitar.
O que sobra é o amor que todos conhecemos, o sentimento que temos por mãe, pai, irmão, filho.
É tudo o mesmo amor, só que entre amantes existe sexo.
Não existem vários tipos de amor, assim como não existem três tipos de saudades, quatro de ódio, seis espécies de inveja.
O amor é único, como qualquer sentimento, seja ele destinado a familiares, ao cônjuge ou a Deus.
A diferença é que, como entre marido e mulher não há laços de sangue, a sedução tem que ser ininterrupta.
Por não haver nenhuma garantia de durabilidade, qualquer alteração no tom de voz nos fragiliza, e de cobrança em cobrança acabamos por sepultar uma relação que poderia ser eterna.
Casaram...
Te amo prá lá, te amo prá cá. Lindo, mas insustentável.
O sucesso de um casamento exige mais do que declarações românticas.
Entre duas pessoas que resolvem dividir o mesmo teto, tem que haver muito mais do que amor, e às vezes nem necessita de um amor tão intenso.
É preciso que haja, antes de mais nada, respeito, agressões zero, disposição para ouvir argumentos alheios, alguma paciência.
Amor, só, não basta!
Não pode haver competição, nem comparações.
Tem que ter jogo de cintura para acatar regras que não foram previamente combinadas.
Tem que haver bom humor para enfrentar imprevistos, acessos de carência, infantilidades.
Tem que saber levar.
Amar, só, é pouco.
Tem que haver inteligência, um cérebro programado para enfrentar tensões pré-menstruais, rejeições, demissões inesperadas, contas pra pagar.
Tem que ter disciplina para educar filhos, dar exemplo, não gritar.
Tem que ter um bom psiquiatra.
Não adianta, apenas, amar.
Entre casais que se unem visando a longevidade do matrimônio tem que haver um pouco de silêncio, amigos de infância, vida própria, um tempo pracada um.
Tem que haver confiança!
Uma certa camaradagem, às vezes fingir que não viu, fazer de conta que não escutou.
É preciso entender que união não significa, necessariamente, fusão.
E que amar, "solamente", não basta.
Entre homens e mulheres que acham que o amor é só poesia, tem que haver discernimento, pé no chão, racionalidade.
Tem que saber que o amor pode ser bom, pode durar para sempre, mas que sozinho não dá conta do recado.
O amor é grande mas não é dois.
É preciso convocar uma turma de sentimentos para amparar esse amor que carrega o ônus da onipotência.
O amor até pode nos bastar, mas ele próprio não se basta.
Um bom Amor aos que já têm!
Um bom encontro aos que procuram!
E felicidades a todos nós!
(Arthur da Távola)

sexta-feira, 6 de fevereiro de 2009

Almas Gêmeas...


Deus, em sua sabedoria e bondade, ao criar cada alma, deu-lhe a forma arredondada de uma esfera. Depois cortou a esfera em duas partes e colocou cada metade em um corpo diferente.Sempre houve, de uma forma ou outra, muito interesse por parte do homem pelo mistério do amor, que é também o mistério das almas gêmeas.
Podemos ir muito longe no passado e ver, por exemplo, que Platão, o filósofo grego que viveu de 427 a 327 AC, já estudava o tema. Ele dizia que, no início dos tempos, os corpos humanos eram hermafroditas, ou seja, tinham em si os dois sexos ao mesmo tempo. Mas num certo momento os deuses puniram os homens e separaram os sexos, infelicitando desta forma o homem e a mulher.E aquele ser, antes completo, passou a procurar o paraíso que somente seria possível quando as duas metades originais se encontrassem.
Ela tem sido a explicação mais freqüente para o aparecimento tanto do amor quanto das almas gêmeas, variando apenas em detalhes, que acabam não sendo tão significativos. Todos parecem concordar que houve um tempo em que o ser humano era completo, bastando a si mesmo para atingir a felicidade. Mas aconteceu, em algum momento, a divisão desse ser em duas metades, tanto física como espiritualmente. E desde então o ser humano, masculino e feminino, tem procurado encontrar sua outra metade, ao longo dos tempos e das reencarnações.
Assim como o homem não é, hoje, o mesmo que era há mil anos, também o relacionamento entre homens e mulheres não é o mesmo. Mas não tem variado tanto quando se trata de amor e do relacionamento a que este sentimento leva.
Amar tem sido sempre algo muito próximo da religião, no mais puro sentido desta palavra. A palavra religião é originária de "religare", significando tornar a ligar o homem a Deus. O momento em que o ser humano encontra-se mais próximo de Deus é quando está amando. Quando estamos apaixonados amamos a tudo e a todos. O mundo é melhor, mais bonito, o futuro nos parece mais promissor, e tudo parece nos convidar à felicidade. É um sentimento que nos liga a Deus, o que já basta para que todos os relacionamentos sejam encarados como sagrados, a exemplo do que faz a cultura tântrica.
Sendo um sentimento muito próximo da religião, o amor tem sido celebrado por todas as formas de artes. Na escultura, na pintura,na música e em outras formas de manifestação artística, encontramos o amor como assunto predominante.
Mas é na literatura que encontramos os exemplos mais fascinantes de histórias de amor, sejam elas reais ou imaginárias. É até muito frequente que umas sejam confundidas com outras, a ponto de não se conseguir distinguir quais os personagens que realmente existiram e quais são produtos da imaginação de escritores e poetas. Afinal, para quem ouve e lê essas histórias com os ouvidos e os olhos do coração, não há nenhuma importância em distinguir o real do imaginário. São perfeitos exemplos de almas gêmeas, mesmo que sua história não tenha necessariamente um final feliz, pois a eternidade é o verdadeiro objetivo das duas metades que se encontram. Grandes amores foram celebrados pela arte do homem, desde os tempos da mitologia greco-romana. Nomes como Tristão e Isolda, Romeu e Julieta, Abelardo e Heloísa, Dante e Beatriz, Apolo e Jacinto, Páris e Helena, SãoFrancisco e Santa Clara evocam doces recordações de enamorados de sempre, inseparáveis até mesmo na rima que seus nomes formam ao serem pronunciados em conjunto.
O encontro de duas almas gêmeas, no entanto, não é sempre despido de conflitos. Podemos mesmo dizer que frequentemente a oportunidade de conhecimento e união de duas almas gêmeas acontece porque uma das duas, ou mesmo as duas, estão passando por momentos difíceis, através de seu corpo físico e de sua vida no plano material. Como dizem os astrólogos, é comum que um dos dois esteja passando pelo trânsito de Saturno, por um período de conscientização quanto à verdadeira missão terrena, o que pode também ter consequências negativas no aspecto financeiro. Duas razões existem para que as coisas se dêem certo deste jeito. Primeiro, porque a experiência nos mostra que estamos muito mais atentos e abertos a novas possibilidades quando estamos passando por dificuldades, que , ao acontecerem, trazem em si a necessidade ou até mesmo a inevitabilidade de mudanças; diante deste quadro, é de se esperar que fiquemos atentos ao que se passa ao nosso redor, sondando possibilidades e procurando as soluções disponíveis. Em segundo lugar, porque ao ver que nossa vida está desarrumada em função das expectativas materiais, instintivamente elevamos nossos anseios, buscando colocá-los em objetivos que estejam acima de mudanças constantes, e dirigimos nossa atenção às esferas espirituais, muito mais permanentes do que nossas vãs cobiças materiais. Claro que é preciso acreditar, e se acreditarmos acabamos por abrir nossos espíritos a eventos que normalmente passariam despercebidos.
Em outras palavras: aumentamos sensivelmente nossas chances de passar por novas experiências, entre elas o encontro com a alma gêmea.
Por outro lado, não podemos ter hora marcada para esse encontro, pois as almas gêmeas podem cruzar-se por várias vezes sem que se reconheçam. O encontro final pode acontecer depois de muitas vidas, depois de seguidos desencontros, mas com segurança irá acontecer um dia. Inevitavelmente as duas partes da esfera acabarão por se unir novamente para formar o todo inicial.

( Livro Almas Gêmeas - Mônica Buonfiglio )

segunda-feira, 2 de fevereiro de 2009

Destino...


Passamos por momentos de plena felicidade em nossa vida.
Momentos estes que nos marcam de uma forma surpreendente e nos transformam, nos comovem, nos ensinam e muitas vezes, nos machucam profundamente.
As pessoas que entram em nossa vida, sempre entram por alguma razão, algum propósito.
Elas nos encontram ou nós as encontramos meio que sem querer, não há programação da hora em que encontraremos estas pessoas.
Assim, tudo o que podemos pensar é que existe um destino, em que cada um encontra aquilo que é importante para si mesmo.
Ainda que a pessoa que entrou em nossa vida, aparentemente, não nos ofereça nada, mas ela não entrou por acaso, não está passando por nós apenas por passar.
O universo inteiro conspira para que as pessoas se encontrem e resgatem algo umas com com as outras.
Discutir o que cada um nos trará, não nos mostrará nada, e ainda nos fará perder tempo demais desperdiçando a oportunidade de conhecer a alma dessas pessoas.
Conhecer a alma significa conhecer o que as pessoas sentem, o que elas realmente desejam de nós, ou o que elas buscam no mundo, pois só assim é que poderemos tê-las por inteiro em nossa vida.
A amizade é algo que importa muito na vida do ser humano, sem esse vínculo nós não teremos harmonia e nem paz.
Precisamos de amigos para nos ensinar, compartilhar, nos conduzir, nos alegrar e também para cumprirmos nossa maior missão na terra: "Amar ao próximo como a si mesmo"
E para que isso aconteça, é preciso que nos aceitemos em primeiro lugar e depois olhemos para o próximo e enxerguemos o nosso reflexo.
Essas pessoas entram na nossa vida, às vezes de maneira tão estranha, que nos intrigam até...
Mas cada uma delas é especial e mesmo que o momento seja breve, com certeza elas deixarão alguma coisa para nós.
Observe a sua vida, comece a recordar todas as pessoas que já passaram por você e o que cada uma deixou.
Você estará buscando a sua própria identidade, que foi sendo construída aos poucos, de momentos que aconteceram na sua vida, e que até hoje interferem em seu caminho.
Quando sentir que alguém não lhe agrada, dê uma segunda chance de conhece-lo melhor, você poderá ter muitas surpresas cedendo mais uma oportunidade.
Quando sentir que alguém é especial para você, diga a ele o que sente, e terá feito um momento de felicidade na vida de alguém.
Não deixe para fazer as coisas amanhã, poderá ser tarde demais.
Faça hoje tudo o que tiver vontade.
Abrace o seu amigo, os seus irmãos, os seus filhos.
Dê um sorriso para todos, até ao seu inimigo.
Se estiver amando, ame pra valer, viva cada minuto deste amor, sem medir esforços.
Seja alegre todas a manhãs, mesmo que o dia não prometa nada de novo.
Planeje o seu destino!
Sopre aos ventos os seus sonhos, eles irão se espalhar pelos ares e voltar a você em forma de realidade.
Nada nesta vida acontece por acaso.
Ninguém chega até nós por um simples acaso.
Existe um dito popular muito sábio que diz: "As pessoas não se encontram por acaso, nem permanecem em nossa vida por causa desse simples acaso".
Pense nisso!!!


(Autor desc.)


sexta-feira, 30 de janeiro de 2009

Diferente...


Diferente não é quem pretenda ser...esse é um imitador do que ainda não foi imitado, nunca um ser diferente.
Diferente é quem foi dotado de alguns mais e de alguns menos em hora, momento e lugar errados para os outros.
Que riem de inveja de não serem assim.
E de medo de não agüentar, caso um dia venham, a ser.
O diferente é um ser sempre mais próximo da perfeição.
O diferente nunca é um chato...mas é sempre confundido por pessoas menos sensíveis e avisadas.
Supondo encontrar um chato onde está um diferente, talentos são rechaçados; vitórias, adiadas; esperanças, mortas.
Um diferente medroso, este sim, acaba transformando-se num chato.
Chato é um diferente que não vingou.
Os diferentes muito inteligentes percebem porque os outros não os entendem.
Os diferentes raivosos acabam tendo razão sozinhos, contra o mundo inteiro.
Diferente que se preza entende o porque de quem o agride.
Se o diferente se mediocrizar, mergulhará no complexo de inferioridade.
O diferente paga sempre o preço de estar - mesmo sem querer - alterando algo, ameaçando rebanhos, carneiros e pastores.
O diferente suporta e digere a ira do irremediavelmente igual: a inveja do comum; o ódio do mediano.
Overdadeiro diferente sabe que nunca tem razão, mas que está sempre certo.
O diferente começa a sofrer cedo, já no primário, onde os demais de mãos dadas, e até mesmo alguns adultos por omissão, se unem para transformar o que é peculiaridade e potencial em aleijão e caricatura. O que é percepção aguçada em : "Puxa, fulano, como você é complicado". O que é o embrião de um estilo próprio em : "Você não está vendo como todo mundo faz? "
O diferente carrega desde cedo apelidos e marcações os quais acaba incorporando. Só os diferentes mais fortes do que o mundo se transformaram ( e se transformam) nos seus grandes modificadores.
Diferente é o que vê mais longe do que o consenso, o que sente antes mesmo dos demais começarem a perceber.
Diferente é o que se emociona enquanto todos em torno agridem e gargalham...
É o que engorda mais um pouco; chora onde outros xingam; estuda onde outros burram.
Quer onde outros cansam.
Espera de onde já não vem.
Sonha entre realistas.
Concretiza entre sonhadores.
Fala de leite em reunião de bêbados.
Cria onde o hábito rotiniza.
Sofre onde os outros ganham.
Diferente é o que fica doendo onde a alegria impera.
Aceita empregos que ninguém supõe.
Perde horas em coisas que só ele sabe importantes.
Engorda onde não deve.
Diz sempre na hora de calar.
Cala nas horas erradas.
Não desiste de lutar pela harmonia.
Fala de amor no meio da guerra.
Deixa o adversário fazer o gol, porque gosta mais de jogar do que de ganhar.
Ele aprendeu a superar riso, deboche, escárnio, e consciência dolorosa de que a média é má porque é igual.
Os diferentes aí estão: enfermos, paralíticos, machucados, engordados, magros demais, inteligentes em excesso, bons demais para aquele cargo, excepcionais, narigudos, barrigudos, joelhudos, de pé grande, de roupas erradas, cheios de espinhas, de mumunha, de malícia ou de baba.
Aí estão, doendo e doendo, mas procurando ser, conseguindo ser, sendo muito mais.
A alma dos diferentes é feita de uma luz além. Sua estrela tem moradas deslumbrantes que eles guardam para os pouco capazes de os sentir entender.
Nessas moradas estão tesouros da ternura humana. De que só os diferentes são capazes.
Não mexa com o amor de um diferente. A menos que você seja suficientemente forte para suporta-lo depois."
(Arthur da Távola)

terça-feira, 27 de janeiro de 2009

Eu desejo...


Eu desejo que desejes ser feliz de um modo possível e rápido.
Desejo que desejes uma via expressa rumo a realizações não utópicas, mas viáveis, que desejes coisas simples como um suco gelado depois de correr ou um abraço ao chegar em casa...
Desejo que desejes com discernimento e com alvos bem mirados,
Mas desejo também que desejes com audácia...
Que desejes uns sonhos descabidos e que ao sabê-los impossíveis não os leve em grande consideração...
Mas os mantenha acesos, livres de frustração.
Desejes com fantasia e atrevimento, estando alerta para as casualidades e os milagres.
Para o imponderável da vida, onde os desejos secretos são atendidos.
Desejo que desejes trabalhar melhor, que desejes amar com menos amarras,
Que desejes parar de fumar, que desejes viajar para bem longe...
E desejes voltar para teu canto, desejo que desejes crescer...
E que desejes o choro e o silêncio, através deles somos puxados pra dentro,
Eu desejo que desejes ter a coragem de se enxergar mais nitidamente.
Mas desejo também que desejes uma alegria incontida,
Que desejes mais amigos, e nem precisam ser melhores amigos,
Basta que sejam bons parceiros de esporte e de mesas de bar,
Que desejes o bar tanto quanto a igreja,
Mas que o desejo pelo encontro seja sincero,
Que desejes escutar as histórias dos outros,
Que desejes acreditar nelas e desacreditar também,
Faz parte este ir-e-vir de certezas e incertezas,
Que desejes não ter tantos desejos concretos,
Que o desejo maior seja a convivência pacífica com outros que desejam outras coisas.
Desejo que desejes alguma mudança,
Uma mudança que seja necessária e que ela não te pese na alma,
Mudanças são temidas, mas não há outro combustível para essa travessia.
E desejo, principalmente...
Que desejes desejar, que te permitas desejar,
Pois o desejo é vigoroso e gratuito, o desejo é inocente,
Não reprima teus pedidos ocultos,
Desejo que desejes vitórias, romances, diagnósticos favoráveis, mais dinheiro e sentimentos vários,
Mas desejo, antes de tudo, que desejes, simplesmente.
(Martha Medeiros)

domingo, 25 de janeiro de 2009

Eu amo São Paulo...



SÃO PAULO
por Washington Olivetto


Alguns dos meus queridos amigos cariocas têm mania de achar
São Paulo
parecida com Nova York.
Discordo deles. Só acha São Paulo parecida com Nova York
quem não conhece bem a cidade.
Ou melhor, quem a conhece superficialmente e imagina que
São Paulo seja apenas uma imensa Rua Oscar Freire.


Na verdade, o grande fascínio de São Paulo é parecer-se com
muitas cidades ao mesmo tempo e,
por isso mesmo, não se parecer com nenhuma.


São Paulo, entre muitas outras parecenças, se parece com
Paris no Largo do Arouche, Salvador na
Estação do Brás, Tóquio na Liberdade, Roma ao lado do
Teatro Municipal, Munique em Santo Amaro ,
Lisboa no Pari, com o Soho londrino na Vila Madalena e com a
pernambucana Olinda na Freguesia do Ó.
São Paulo é um somatório de qualidades e defeitos, alegrias
e tristezas, festejos e tragédias. Tem hotéis de luxo,
como o Fasano, o Emiliano e o L'Hotel, mas também tem
gente dormindo embaixo das pontes.
Tem o deslumbrante
pôr-do-sol do Alto de Pinheiros e a exuberante vegetação da
Cantareira, mas também tem o ar mais poluído do país.


Promove shows dos Rolling Stones e do U2, mas também
promove acidentes como o da cratera do metrô
e o do avião da TAM em Congonhas.
São Paulo é sempre surpreendente. Um grupo de meia
dúzia de paulistanos significa um italiano, um japonês,
um baiano, um chinês, um curitibano e um alemão.
São Paulo é realmente curiosa. Por exemplo: têm
diversos grandes times de futebol, sendo que um deles
leva o nome da própria cidade e recebeu o apelido 'o mais querido'.
Mas, na verdade, o maior e o mais
querido é o Corinthians, que tem nome inglês, fica perto
da Portuguesa e foi fundado por italianos,
igualzinho ao seu inimigo de estimação, o Palmeiras.
São Paulo nasceu dos santos padres jesuítas, em 1554, mas chegou a
2007 tendo como celebridade o permissivo
Oscar Maroni, do afamado Bahamas.
São Paulo já foi chamada de 'o túmulo do samba'
por Vinicius de Moraes, coisa que Adoniran Barbosa, Paulo Vanzolini
e Germano Mathias provaram não ser verdade, e, apesar da
deselegância discreta de suas meninas, corretamente
constatada por Caetano Veloso, produziu chiques, como
Dener Pamplona Abreu e Gloria Kalil.


Em São Paulo se faz pizzas melhores que as de Nápoles,
sushis melhores que os de Tóquio, lagareiras melhores
que as de Lisboa e pastéis de feira melhores que os de Paris,
até porque em Paris não existem pastéis,
muito menos os de feira.
Em alguns momentos, São Paulo se acha o
máximo, em outros um horror.


Nenhum lugar do planeta é tão maniqueísta.

São Paulo teve o bom senso de imitar os botequins
cariocas, e agora são os cariocas que andam imitando
as suas imitações paulistanas.
São Paulo teve o mau senso de ser a primeira cidade
brasileira a importar a CowParade, uma colonizada e
pavorosa manifestação de subarte urbana, e agora o
Rio faz o mesmo.
São Paulo se poluiu visualmente com a CowParade,
mas se despoluiu com o Projeto Cidade Limpa.
Agora tem de começar urgentemente a despoluir o Tietê
para valer, coisa que os ingleses já provaram ser
perfeitamente possível com o Tâmisa.
Mesmo despoluindo o Tietê, mantendo a cidade limpa,
purificando o ar, organizando o mobiliário urbano,
regulamentando os projetos arquitetônicos, diminuindo as invasões
sonoras e melhorando o tráfego,
São Paulo jamais será uma cidade belíssima.
Porque a beleza de São Paulo não é fruto da mamãe
natureza, é fruto do trabalho do homem.


Reside, principalmente, nas inúmeras oportunidades que
a cidade oferece, no clima de excitação permanente,
na mescla de raças e classes sociais.
São Paulo é a cidade em que a democratização da beleza,
fenômeno gerado pela miscigenação, melhor se
manifesta.
São Paulo é uma cidade em que o corpo e as mãos do
homem trabalharam direitinho, coisa que se reconhece
observando as meninas que circulam pelas ruas.


E se confirma analisando obras como o Pátio do Colégio
(local de fundação da cidade), a Estação da Luz
(onde hoje fica o Museu da Língua Portuguesa),
o Mosteiro de São Bento, a Oca, no Parque do Ibirapuera,
o Terraço Itália, a Avenida Paulista, o Sesc Pompéia,
o palacete Vila Penteado, o Masp, o Memorial da América
Latina, a Santa Casa de Misericórdia, a
Pinacoteca e mais uma infinidade de
lugares desta cidade que não
pode parar, até porque tem mais carros
do que estacionamentos.
São Paulo não é geograficamente linda, não tem
mares azuis, areias brancas nem
montanhas recortadas.
Nossa surfista mais famosa é a Bruna, e
nossos alpinistas, na maioria, são sociais.


Mas, mesmo se levarmos o julgamento para o
quesito das belezas naturais, São Paulo se dá mundialmente
muito bem por uma razão tecnicamente comprovada.Entre as maiores cidades do mundo, como
Tóquio, Nova York e Cidade do México, em matéria de
proximidade da beleza, São Paulo é, disparado, a melhor.
Porque é a única que fica a apenas 45 minutos de vôo do Rio de Janeiro.
O mais importante é que com essa
distância nenhuma bala perdida pode alcançar São Paulo!


(Washington Olivetto é paulista, paulistano e publicitário).

domingo, 18 de janeiro de 2009

Temperamentos e afinidades...


Temperamentos e afinidades


O que é melhor para o relacionamento de um casal: que eles sejam iguais ou diferentes?
Alguns apostam nos casais siameses: os dois corintianos, os dois petistas, os dois fumantes.
Já outros preferem o antagonismo: ele Corinthians, ela Palmeiras; ele PT, ela PMDB; ele fumante, ela presidente da Associação de Combate ao Câncer de Pulmão.
Cada casal tem sua fórmula para dar certo, mas um pouco de equilíbrio ajuda a manter a estabilidade.
O melhor parceiro é aquele que é bem diferente de nós e ao mesmo tempo muito parecido. Como? Diferente no temperamento, mas com mil afinidades.
Dois calmos vão pegar no sono muito rápido.
Dois gulosos vão passar muito tempo no supermercado.
Dois sedentários vão emburrecer na frente da tevê.
Dois avarentos nunca terão um champanhe dentro da geladeira.
Dois falantes jamais vão escutar um ao outro.
Temperamentos iguais se neutralizam.
Temperamentos opostos é que provocam faísca.
Ele é super responsável, paga as contas em dia e jamais ficou sem combustível.
Ela, ao contrário, é zen. Sua música preferida é um mantra. Não sabe que dia é hoje, mas tem certeza que é abril.
Brigas à vista?
Que nada. Ela o acalma, ele a acelera, e os dois inventam o próprio ritmo.
O que importa é que avançam na mesma direção.
Quando o projeto de vida é antagônico, aí é que a coisa complica.
Ele adora o campo, odeia produtos industrializados e não perde o Globo Rural.
Ela almoça e janta hamburger, tem horror a qualquer ser vivo com mais de duas patas e raspou suas economias para ver o show dos Rolling Stones em São Paulo, sua cidade modelo.
Ele odeia a instituição chamada família.
Ela, ao contrário, não abre mão das macarronadas dominicais na casa da mãe.
Ele não sobe num avião nem sob decreto, ela sonha em dar a volta ao mundo.
Ele quer ter quatro filhos, ela ligou as trompas quando fez 18 anos.
Ele é ativista político, faz doações para o partido e participa de sindicatos.
Ela vota em quem estiver liderando nas pesquisas.
Ele não admite televisão em casa, ela não admite menos de três: uma na sala, outra no quarto e uma de dez polegadas na cozinha.
Pode dar certo?
Pode, mas alguém vai ter que abrir mão dos seus sonhos.
Temperamentos diferentes provocam discussões contornáveis.
Já a falta de afinidades pode reduzir um dos dois a mero coadjuvante da vida do outro.
Alguém vai ter que ceder muito, e se não tiver talento para a submissão, vai sofrer.
Logo, não importa se ele chega sempre atrasado e você é a rainha da pontualidade, desde que ambos tenham a mesma visão de mundo e os mesmos valores.
Esse é o prato principal de todo relacionamento.
O resto é tempero!!!!


(Marta Medeiros)

domingo, 11 de janeiro de 2009

Idosos ou Velhos?


Idosos ou Velhos?


Você se considera uma pessoa idosa, ou velha?
Acha que é a mesma coisa?
Pois então ouça o depoimento de um idoso de setenta anos...
Idosa é uma pessoa que tem muita idade. Velha é a pessoa que perdeu a jovialidade.
A idade causa degenerescência das células. A velhice causa a degenerescência do espírito.
Por isso nem todo idoso é velho e há velho que ainda nem chegou a ser idoso.
Você é idoso quando sonha. É velho quando apenas dorme.
Você é idoso quando ainda aprende. É velho quando já nem ensina.
Você é idoso quando pratica esportes, ou de alguma outra forma se exercita. É velho quando apenas descansa.
Você é idoso quando ainda sente amor. É velho quando só tem ciúmes e sentimento de posse.
Você é idoso quando o dia de hoje é o primeiro do resto de sua vida. É velho quando todos os dias parecem o último da longa jornada.
Você é idoso quando seu calendário tem amanhãs. É velho quando seu calendário só tem ontens.
O idoso é aquela pessoa que tem tido a felicidade de viver uma longa vida produtiva, de ter adquirido uma grande experiência. Ele é uma ponte entre o passado e o presente, como o jovem é uma ponte entre o presente e o futuro. E é no presente que os dois se encontram.
Velho é aquele que tem carregado o peso dos anos, que em vez de transmitir experiência às gerações vindouras, transmite pessimismo e desilusão. Para ele, não existe ponte entre o passado e o presente, existe um fosso que o separa do presente pelo apego ao passado.
O idoso se renova a cada dia que começa; o velho se acaba a cada noite que termina.
O idoso tem seus olhos postos no horizonte de onde o sol desponta e a esperança se ilumina. O velho tem sua miopia voltada para os tempos que passaram.
O idoso tem planos. O velho tem saudades.
O idoso curte o que resta da vida. O velho sofre o que o aproxima da morte.
O idoso se moderniza, dialoga com a juventude, procura compreender os novos tempos. O velho se emperra no seu tempo, se fecha em sua ostra e recusa a modernidade.
O idoso leva uma vida ativa, plena de projetos e de esperanças. Para ele o tempo passa rápido, mas a velhice nunca chega. O velho cochila no vazio de sua vida e suas horas se arrastam destituídas de sentido.
As rugas do idoso são bonitas porque foram marcadas pelo sorriso. As rugas do velho são feias porque foram vincadas pela amargura.
Em resumo, idoso e velho, são duas pessoas que até podem ter a mesma idade no cartório, mas têm idade bem diferente no coração.
A vida, com suas fases de infância, juventude, madureza, é uma experiência constante.
Cada fase tem seu encanto, sua doçura, suas descobertas.
Sábio é aquele que desfruta de cada uma das fases em plenitude, extraindo dela o melhor. Somente assim, na soma das experiências e oportunidades, ao final dos seus anos guardará a jovialidade de um homem sábio.
Se você é idoso, guarde a esperança de nunca ficar velho.

Autor desconhecido - extraído do site: www.direitodoidoso.com.br

domingo, 4 de janeiro de 2009

Saber Mudar


SABER MUDAR


Certa vez, duas moscas caíram num copo de leite. A primeira era forte e valente e logo nadou até a borda do copo. Mas, como a superfície era muito lisa e suas asas estavam molhadas, não conseguiu escapar. Acreditando que não havia saída, desanimou, parou de se debater e afundou. Sua companheira, apesar de não ser tão forte, era tenaz; por isso continuou a se debater e a lutar. Aos poucos, com tanta agitação, o leite ao seu redor formou um pequeno nódulo de manteiga, onde ela subiu e conseguiu levantar vôo para longe.

Tempos depois, a mosca tenaz, por um descuido, caiu novamente em um copo, desta vez cheio de água. Imaginando que já conhecia a solução para aquele problema, começou a se debater na esperança de que, no devido tempo, se salvasse. Outra mosca passando por ali e vendo a aflição da outra, pousou na beira do copo e gritou: "-Tem um canudo ali, nade até lá e suba". A mosca tenaz respondeu: "-Pode deixar que eu sei como resolver esse problema". E continuou se debatendo, mais e mais, até que, exausta, afundou na água.

Moral da história: soluções do passado, em contextos diferentes, podem se transformar em problemas.
Quantas vezes, baseados em experiências anteriores, deixamos de observar as mudanças ao nosso redor e ficamos lutando inutilmente até afundar em nossa própria falta de visão? Criamos uma confiança equivocada e perdemos a oportunidade de repensar nossas experiências. Ficamos presos a velhos hábitos que nos levaram ao sucesso e perdemos a oportunidade de evoluir...
Os donos do futuro sabem reconhecer essas transformações e fazer as mudanças necessárias para acompanhar a nova situação.


Autor desconhecido

sexta-feira, 12 de dezembro de 2008

A elegância do comportamento



A ELEGÂNCIA DO COMPORTAMENTO

Existe uma coisa difícil de ser ensinada e que, talvez por isso, esteja cada vez mais rara: a elegância do comportamento.

É um dom que vai muito além do uso correto dos talheres e que abrange bem mais do que dizer um simples obrigado diante de uma gentileza.

É a elegância que nos acompanha da primeira hora da manhã até a hora de dormir e que se manifesta nas situações mais prosaicas, quando não há festa alguma nem fotógrafos por perto.

É uma elegância desobrigada.

É possível detectá-la nas pessoas que elogiam mais do que criticam.

Nas pessoas que escutam mais do que falam.

E quando falam, passam longe da fofoca, das maldades ampliadas no boca a boca.

É possível detectá-las nas pessoas que não usam um tom superior de voz.

Nas pessoas que evitam assuntos constrangedores porque não sentem prazer em humilhar os outros.

É possível detectá-la em pessoas pontuais.

Elegante é quem demonstra interesse por assuntos que desconhece, é quem cumpre o que promete e, ao receber uma ligação, não recomenda à secretária que pergunte antes quem está falando e só depois manda dizer se está ou não está.

É elegante não ficar espaçoso demais.

É elegante não mudar seu estilo apenas para se adaptar ao de outro.

É muito elegante não falar de dinheiro em bate-papos informais.

É elegante retribuir carinho e solidariedade.

Sobrenome, jóias, e nariz empinado não substituem a elegância do gesto.

Não há livro que ensine alguém a ter uma visão generosa do mundo, a estar nele de uma forma não arrogante.

Pode-se tentar capturar esta delicadeza natural através da observação, mas tentar imitá-la é improdutivo.

Educação enferruja por falta de uso.

"LEMBRE-SE de que colheremos, infalivelmente aquilo que houvermos semeado.

Se estamos sofrendo, é porque estamos colhendo os frutos amargos das sementeiras errôneas. Fique alerta quanto ao momento presente. Plante apenas sementes de sinceridade e de amor, para colher amanhã os frutos doces da alegria e da felicidade. Cada um colhe, exatamente, aquilo que plantou."
(Author Desconhecido)