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quarta-feira, 9 de setembro de 2009

Évora - Portugal...





Évora é uma cidade portuguesa, capital do Distrito de Évora, conhecida como a Capital do Alentejo.

Desde 1986, Évora tem o seu centro histórico classificado pela UNESCO como Património da Humanidade, e é considerada uma das mais belas cidades portuguesas e uma das cidades portuguesas com maior qualidade de vida. A cidade tem o renome de "Cidade Museu".

Freguesias de Évora

Bacelo
Canaviais
Horta das Figueiras
Malagueira
Nossa Senhora da Boa Fé
Nossa Senhora da Graça do Divor
Nossa Senhora da Tourega,
Nossa Senhora de Guadalupe
Nossa Senhora de Machede
Santo Antão
São Bento do Mato
São Mamede
São Manços
São Miguel de Machede
São Sebastião da Giesteira
São Vicente do Pigeiro
Sé e São Pedro
Senhora da Saúde
Torre de Coelheiros

O nome Lusitano da cidade de Évora era Eburobrittium, provavelmente relacionado com a divindade celta Eburianus. A raiz etimológica viria do Celta *eburos, a árvore do Teixo. A cidade teve o nome de Ebora Cerealis durante a República Romana, tomando o nome de Liberalitas Julia no tempo do general Júlio César, sendo então já uma cidade importante, como o demonstram as ruínas de um templo clássico e os vestígios de muralhas romanas.

Conquistada aos Mouros em 1165 por Geraldo Sem Pavor, data em que se restaurou a sua diocese. Foi residência régia durante largos períodos, essencialmente nos reindados de D.João II, D.Manuel I e D.João III. O seu prestígio foi particularmente notável no século XVI, quando foi elevada a metrópole eclesiástica e foi fundada a Universidade de Évora (afecta à Companhia de Jesus), pelo Cardeal Infante D.Henrique, primeiro Arcebispo da cidade. Um rude golpe para Évora foi a extinção da prestigiada instituição universitária, em 1759 (que só seria restaurada cerca de dois séculos depois), na sequência da expulsão dos Jesuítas do país, por ordem do Marquês de Pombal.

sexta-feira, 14 de agosto de 2009

Curitiba - Brasil...




Curitiba é uma cidade brasileira, capital do estado do Paraná, localizada a 934,6 metros de altitude no primeiro planalto paranaense, a aproximadamente 90 quilômetros do Oceano Atlântico.
Segundo a revista norte-americana Reader's Digest, é a cidade com melhor qualidade de vida do Brasil. É a sétima cidade mais populosa do Brasil e a maior do sul do país, com uma população de 1.828.092 habitantes.
É a cidade principal da Região Metropolitana de Curitiba, formada por 26 municípios e que possui 3.172.357 habitantes sobre uma área de 15.447 km², o que a torna a oitava região metropolitana mais populosa do Brasil.

Um pouco da história...
Os primitivos autóctones do Primeiro Planalto Paranaense foram indígenas da tribo Tingüi, da nação Tupi-Guarani. Os primeiros povoadores de Curiliba chegaram no planalto em meados do século XVII em busca do ouro encontrado na região. Esses habitantes primitivos eram provenientes não só de São Paulo, mas também de Paranaguá, onde já haviam sido descobertas jazidas de ouro.

Além da exploração mineral, surgiu a criação de bovinos nos campos e uma lavoura de subsistência (para consumo dos próprios lavradores) nas terras de mata.

Em 1654, foi fundado o povoado de Nossa Senhora da Luz e Bom Jesus dos Pinhais. Ficava no local de encontro entre os mineradores e os criadores de gado. Em 1668, foi incorporado a Paranaguá. Em 1693, o povoado foi elevado a vila.

A data oficial da fundação de Curitiba é 29 de março de 1693. Fundada por Matheus Leme em razão dos "apelos de paz, quietação e bem comum", Matheus Leme fundou a Vila de Nossa Senhora da Luz dos Pinhais, posteriormente chamada de Curitiba. Também promoveu a primeira eleição da Câmara de Vereadores, como era exigido pelas Ordenações Portuguesas.

Mas a mineração não se desenvolveu por muito tempo e os mineradores começaram a se deslocar para Minas Gerais no fim do século XVII.

Século XVIII...
No século XVIII, a criação e o comércio de gado propiciaram a fixação de povoadores e o desenvolvimento da região de Curitiba. A vila ficava no caminho do gado, aberto em 1730, entre Rio Grande do Sul e Minas Gerais, para o comércio de bovinos e muares. Com a construção de uma nova estrada, que não cortava mais seus campos, a vila foi, por algum tempo, relegada ao isolamento.

Século XIX...
Panorama de Curitiba, em gravura de Jean-Baptiste Debret, por volta de 1850.Em 1820, já então chamada Nossa Senhora dos Pinhais de Curitiba. contava somente com 220 casas. Entretanto, o início da exploração e do comércio da erva-mate e da madeira provocou um novo impulso em seu crescimento. Vinte e dois anos depois, com 5.819 habitantes, era elevada a cidade.

Em 1853, foi criada a província do Paraná. No ano seguinte, já com o nome de Curitiba, foi escolhida para sua capital.

O governo provincial promoveu, então, a colonização através de imigrantes europeus, principalmente italianos e poloneses. Foram fundados, a partir de 1867, 35 núcleos coloniais nas terras de mata em torno dos campos de Curitiba. A cidade conheceu um novo surto de progresso. Desenvolveram-se as atividades agrícolas e iniciou-se a industrialização.

Século XX...
No século XX, após a Segunda Guerra Mundial, o progresso da cidade deveu-se, basicamente, à expansão do café, no norte do Paraná, e ao incentivo à agricultura, principalmente no oeste do estado.

Curitiba tem tradição urbanística a começar pelo Passeio Público, obra de o arquiteto Frederico Kirchgässner, iniciada no final do século XIX. Em 1943, o arquiteto e urbanista francês Donat-Alfred Agache (1875-1959), elaborou o Plano de Urbanização para Curitiba, o plano Agache, em 1943, visível ainda hoje no Centro Cívico da cidade, com um urbanismo e arquitetura arrojada para os padrões brasileiros da época. Em 1965, o prefeito Ivo Arzua Pereira cria o Instituto de Pesquisa e Planejamento Urbano de Curitiba IPPUC, onde trabalhava o futuro prefeito de Curitiba Jaime Lerner, indicado em 1971.

Visite este site: http://www.artes.trilhas.com/

terça-feira, 11 de agosto de 2009

Queluz - Portugal...





Queluz é uma das 20 freguesias portuguesas do concelho de Sintra. É, também, a sede da cidade de Queluz e, juntamente com Massamá e Monte Abraão, que se separaram administrativamente da freguesia de Queluz (em 12 de Julho de 1997), é uma das três freguesias daquela cidade. As três freguesias da cidade de Queluz somam cerca de 78 040 habitantes.

A freguesia de Queluz tem uma população de 27.910 habitantes (2001), e uma área de 2,93 km². A sua densidade é de 9.526,6 hab/km².

A freguesia foi criada em 29 de Junho de 1925, por Decreto-Lei n.º 1790, após desanexação da povoação de Queluz da freguesia de Belas. Junto com as povoações de Pendão, Massamá, Ponte Carenque, Gargantada e Afonsos, constituíram a freguesia de Queluz.

Queluz foi o local de nascimento de D. Pedro I, proclamador da independência brasileira.

Património
. Palácio Nacional de Queluz e jardins.
. Antas de Belas ou Anta da Estria ou Anta do Senhor da Serra ou Anta da Pedra dos Mouros ou Pedra dos Mouros.
. Palacete Pombal ou Palacete dos Condes de Almeida Araújo, pavilhão das cocheiras e jardim anexo.
. Torre do Relógio (Queluz) (Largo do Palácio Nacional de Queluz).
. Quinta Nova da Assunção.
. Aqueduto das Águas Livres, seus aferentes e correlacionados (concelho de Sintra: freguesias de Almargem do Bispo, Casal de Cambra, Belas, Agualva-Cacém e Queluz).

quarta-feira, 26 de novembro de 2008

São Paulo


Sampa – como é carinhosamente chamada pelos brasileiros – é a cidade mais rica do Hemisfério Sul. Apesar da visível desigualdade social, São Paulo ainda é uma terra de oportunidades para os milhares de migrantes que anualmente chegam à capital. Essa característica torna a cidade cosmopolita como poucas no mundo. Em poucos passos, é possível esbarrar com italianos, japoneses, turcos, árabes, judeus, nordestinos, bolivianos, gaúchos e coreanos.

A riqueza da cidade e a diversidade da população tornam São Paulo um destino inigualável para o turista. A vida cultural, as opções noturnas, as novidades gastronômicas, as milhares de lojas e butiques e o cotidiano dessa metrópole são como uma fonte inesgotável de coisas para se fazer. São cerca de 300 salas de cinema, 120 teatros e casas de espetáculo, 40 centros culturais e mais de 70 museus.
Tiradas as devidas proporções, São Paulo pode ser considerada a Nova York do Sul, cidade que nunca pára e atrai viajantes que procuram diversão, cultura e um pouco do que o mundo tem de melhor para oferecer. Nos últimos anos, cresceu o número de turistas na cidade. Sul-americanos, norte-americanos e europeus são cada vez mais notados nos cafés dos Jardins, calçadas da Avenida Paulista, cinemas da Consolação e nas festas na Vila Olímpia e Centro.

Aos que se interessaram, deixe a fama de cidade do trabalho de lado e explore São Paulo como se você abrisse um baú repleto de objetos. Permita que a cidade revele detalhes e segredos que não estão nos guias. Aproveite e deixe São Paulo te surpreender.

Uma grande metrópole como São Paulo pode apresentar diversos desafios. A população e o ambiente de São Paulo são bem diversos, os bairros variam desde áreas de compras luxuosas até favelas na periferia. Devido ao grande número de carros circulando (já são 6 milhões) o trânsito fica complicado nos horários de pico entre 8hs e 10hs e entre 18hs e 20hs. A alternativa pode ser o metrô que, apesar de ter grande parte de suas estações concentradas no centro, está em fase de expansão.

Também não se assuste com a diversidade dos paulistanos. São Paulo é lar da maior comunidade japonesa fora do Japão. A influência Italiana também é muito forte, assim como a árabe, judaica, alemã e outros que chegaram ao Brasil durante o século XX para trabalharem em plantações de café. Toda esta diversidade traz inúmeras vantagens para o visitante, que pode apreciar uma gastronomia rica, com 52 tipos de culinária. A diversidade também tornou os paulistas um povo tolerante e amigável.

Aqui todas as religiões convivem em perfeita harmonia, e as diferenças são respeitadas. Não é à toa que a cidade abriga a maior parada GLBT do planeta, que atraiu 2 milhões de pessoas em 2005, número que chegou a 2,5 milhões em 2006.

Os cidadãos paulistanos têm a reputação de trabalhar muito. Diz-se que os paulistas trabalham para que o resto do país possa descansar. Não é verdade. Os paulistas também descansam e sabem se divertir. A noite paulistana é uma das mais agitadas do mundo, com programas para todos os gostos, e a cidade conta também com inúmeros parques e também hotéis, boutiques e spas capazes de levar todo o stress embora.


Como chegar de avião

São Paulo possui em suas redondezas 4 aeroportos.


Aeroporto Internacional de Guarulhos (GRU), 11 6445-2945.
Localizado a cerca de 30 km do centro, na cidade vizinha de Guarulhos, é o principal aeroporto de São Paulo, com vôos domésticos e internacionais, e considerado o hub da América do Sul, sendo o aeroporto sul-americano com a maior oferta de vôos internacionais. É mais conhecido como Aeroporto de Cumbica ou Aeroporto de Guarulhos. No local, operam as companhias nacionais Air Minas, Gol, OceanAir, Passaredo, TAM e Varig.

Na área internacional, estão Aerolineas Argentinas, Aeromexico, Aerosur, Alitalia, American Airlines, Air Canada, Air China, Air France, Avianca, British Airways, Continental, Copa, Delta, Emirates, Iberia, Iberia, Lan, Lufthansa, KLM, Korean, JAL, Pluna, South African, Swiss, TAP, Taca, United, entre outras.
Os dois terminais existentes costumam lotar no início da manhã, final da tarde e começo da noite, horário de chegada e partida dos principais vôos internacionais e domésticos. Nesses horários, é mais que recomendável seguir à risca o pedido das companhias aéreas de apresentação duas horas antes do vôo para passageiros com destino internacional e uma hora nos vôos domésticos. No desembarque internacional, é comum enfrentar filas na alfândega para os procedimentos da Polícia Federal, principalmente nos horários citados.

O Aeroporto de Guarulhos é bem sinalizado e servido por uma série de lanchonetes, restaurantes, lojas, livrarias, farmácias, agência de correios e locais que oferecem acesso à internet. Casas de câmbio estão na área de desembarque dos dois terminais e no mezanino superior. Nas salas de embarque internacional, também há quiosques e casas de câmbio. As taxas costumam ser ligeiramente piores que as praticadas em São Paulo e há, ainda, taxa por operação.

Do Aeroporto, existe o Airport Bus Service que leva passageiros para o centro da cidade, Aeroporto de Congonhas, Terminal Rodoviário do Tietê, Terminal Rodoviário da Barra Funda, Itaim Bibi, Praça da República, Metrô Tatuapé e circuito dos hotéis da Avenida Paulista e Rua Augusta.

Outras empresas operam linhas menos freqüentes para Campinas, Santos, São José dos Campos e São Vicente, cidades do interior e litoral de São Paulo. Há, ainda, linhas regulares para bairros da cidade de Guarulhos.

Aeroporto de Congonhas (CGH), 11 5531-7718.
Se localiza a 8 km do Centro e comporta apenas vôos domésticos, regionais e a popular ponte aérea São Paulo – Rio de Janeiro. É o mais movimentado aeroporto do Brasil.

Aeroporto Campo de Marte, 11 6221-2699.
É pequeno e próximo ao Centro (8 km), usado por pequenas aeronaves particulares ou de empresas de táxi aéreo, e helicópteros.

Aeroporto Internacional de Viracopos (VCP), 19 3725-5000.
Está localizado a 18 km do centro da cidade de Campinas e 99 km do Centro de São Paulo, e é utilizado principalmente para transporte de cargas.

Delegacia especial para turistas
DEATUR
Centro, tel. 11 3104-0209
Aeroporto Internacional de Cumbica, tel.11 6445-2221
Aeroporto Internacional de Congonhas, tel.11 5090-9032
Campinas, tel.19 3725-5001


Atividades e eventos
O turismo na cidade é principalmente o turismo de negócios, já que a cidade é a capital de eventos da América Latina. Possui uma grande infra-estrutura. Das 160 feiras sediadas no Brasil, 140 ocorrem em São Paulo. São 90 mil eventos por ano, atraindo mais de 15 milhões de participantes. Dentre eventos de negócios até festivais de música, acontece cerca de 1 evento a cada 6 minutos.

Principais eventos culturais e esportivos

Janeiro
· Aniversário da Cidade (dia 25)
· São Paulo Fashion Week – 1ª Edição
Fevereiro
· Carnaval
Março
· Bienal Internacional do Livro (anos pares)
Abril
· Festival Internacional de Documentários
Maio
· Skol Beats
· Grande Prêmio São Paulo de Turfe
· Casa Cor São Paulo
· Virada Cultural (São Paulo 24 horas de Shows Musicais e Eventos Culturais)
Junho
· Marcha para Jesus
· Parada do Orgulho GLBT
· Maratona Internacional de São Paulo
Julho
· São Paulo Fashion Week – 2ª edição
· Dia da Pizza
· Festa de San Vito
· Anima Mundi - Festival Inernacional de Animação que acontece em São Paulo e no Rio de Janeiro desde 1993. A localização varia a cada ano.
· Desfile cívico comemorando o dia da Revolução Constitucionalista de 1932 - em frente ao Obelisco do Ibirapuera, sempre nos feriados de 9 de Julho.
Agosto
· Festa de Nossa Senhora de Achiropita
· Festa Nações Puquianas
Setembro
· Desfile Cívico da Independência
· Revelando São Paulo – Festa da Cultura Paulista Tradicional
· Festa de San Gennaro
· Festival Música Nova
Outubro
· Grande Prêmio Brasil de Fórmula 1
· Revelando São Paulo - Festival de Cultura Tradicional Paulistana
· Brooklin Fest - Festival gastronômico da comunidade alemã
· Corredor Literário na Paulista
· Bienal Internacional de Arquitetura (anos ímpares)
· Bienal Internacional de Arte (anos pares)
· Mostra Internacional de Cinema
· Salão Internacional do Automóvel (anos pares)
· Feira Nacional do Transportes - Fenatran (anos ímpares)
Novembro
· Festival Mix Brasil da Diversidade Sexual (Cinema e Vídeo)
· Semana da Consciência Negra
Dezembro
· Natal Iluminado
· Corrida Internacional de São Silvestre (dia 31)
· Réveillon na Paulista (dia 31)


Aprender
A cidade é sede de algumas das principais Universidades e núcleos de pesquisa do país. Por isso, é destino de estudantes de várias partes do Brasil e inclusive do exterior, principalmente da América do Sul e nações de língua portuguesa. O destaque fica com a Cidade Universitária, no bairro do Butantã, lar da Universidade de São Paulo (USP), principal instituição de ensino superior brasileira. A capital paulista também abriga unidades da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp) e da Universidade Estadual Paulista (Unesp). Entre as instituições privadas, as mais renomadas são a Fundação Getúlio Vargas, Pontifícia Universidade Católica (PUC), Universidade Anhembi-Morumbi e Universidade Mackenzie.

O conhecimento, entretanto, não se limita apenas aos bancos escolares. A cidade também oferece inúmeras outras formas de aprendizado. Museus e centros culturais mantêm uma extensa lista de cursos de arte, design, arquitetura, fotografia, moda, entre outros temas. Para a terceira idade, a cidade conta com Universidades privadas que oferecem cursos regulares a esse público. Outra vertente que ganha força é a Universidade Livre de Música, instituição pública mantida pelo Governo do Estado, que oferece cursos de música clássica e popular. A sede da instituição fica a poucos metros da Sala São Paulo, sede da Orquestra Sinfônica do Estado de São Paulo (Osesp).


Trabalhar
São Paulo é uma das cidades que atraem o maior número de empregados, é onde se mais abre postos de trabalho em todo o Brasil, em virtude disso a concorrência é acirrada, há a exigência de profisionais bem capacitados.


Comprar
Como a maior cidade do Brasil, São Paulo oferece opções de compra sem igual no País. A capital paulista abriga lojas de todos os tipos e para todos os bolsos. São cerca de 240 mil lojas e 70 shoppings centers. Do comércio popular ao luxo das lojas exclusivas, São Paulo é destino preferido dos brasileiros que procuram novas peças para o guarda-roupas, o aparelho eletrônico de última geração ou o livro que acabou de ser editado no exterior. E ao contrário do que diz o ditado, a praia do paulistano pode até ser o shopping, mas o comércio não se limita aos centros de compras. Pelo contrário, os pontos mais tradicionais do varejo paulistano ainda estão nas ruas.

No centro da cidade, está a rua popular mais conhecida do Brasil, a 25 de março. Originalmente, a região era entreposto de hortifrutigranjeiros. A apenas algumas quadras do Mercado Municipal, a rua era palco da negociação entre produtores agrícolas do entorno da cidade e dos feirantes paulistanos. Com o passar do tempo, os alimentos se concentraram no Mercado e na Ceagesp, na zona oeste, e a área se dedicou aos tecidos. Com centenas de comerciantes de origem libanesa e judia, o comércio prosperou. Assim, chegaram outros empreendedores e a área viveu de tecidos, armarinhos, fantasias e artigos para restaurantes por décadas.

Nos anos 90, com a abertura da economia, a 25 de março passou a receber outros vendedores e novos produtos. Coreanos e chineses, principalmente, trouxeram brinquedos, eletrônicos e toda sorte de presentes. A Chinatown paulistana se tornou, assim, referência no comércio popular. É comum ver, lado-a-lado, senhoras sacoleiras do interior do Brasil e jovens de classe alta de São Paulo atrás das ofertas da região. Outras áreas que têm esse forte perfil popular são o Brás, na zona leste, e o Bom Retiro, no centro. Nas duas regiões, o que dominam são as roupas.

Ainda nas ruas, outra atração são as regiões especializadas. De lustre a carros de luxo, São Paulo conta com concentração de lojas de um mesmo segmento em vias conhecidas. Na Consolação, estão as que vendem artigos de iluminação. Na Teodoro Sampaio, em Pinheiros, móveis e artigos musicais. Na Avenida Europa, concessionárias de carros importados como Ferrari, Jaguar e Porsche. Na São Caetano, no centro, vestidos de noiva.

A cidade também é considerada a capital do luxo no País. As principais grifes internacionais do planeta têm lojas no bairro dos Jardins, na zona oeste. Grifes como Armani, Cartier, Mont Blanc e Zegna mantêm endereços no chamado quadrilátero do luxo, formado pelas ruas Oscar Freire, Haddock Lobo, Bela Cintra e Alameda Lorena.

Fora desse circuito, na Vila Olímpia, zona sul, está a loja de departamentos de luxo Daslu. Para quem preferir o ar condicionado dos shoppings, os endereços preferidos são o Iguatemi - que tem um dos metros quadrados de shopping mais caros do planeta, onde está a joalheria Tiffany -, o Higienópolis, o Bourbon, o pretensioso Cidade Jardim e o Morumbi - onde está o primeiro endereço da cafeteria Starbucks no Brasil.


Comer
Esse é um dos orgulhos do paulistano: ser uma das capitais mundiais da gastronomia. Com mais de 12 mil restaurantes de 52 tipos diferentes de cozinha, São Paulo é como um cardápio infinito de comidas, petiscos e bebidas. Dos mais requintados chefes à mais tradicional comida de rua, a capital dos paulistas tem no prato um dos maiores traços da integração entre os vários imigrantes e migrantes que escolheram a maior cidade do Brasil para viver.

Na cidade que tem um pouco do jeito italiano de falar, são mais de 1.500 cantinas. Na cidade que tem um time de futebol em homenagem à terrinha, a Portuguesa, 3.200 padarias abrem as portas toda manhã. Na maior cidade japonesa fora do arquipélago do outro lado do mundo, são mais de 250 restaurantes japoneses. Por dia, a cidade devora 10,4 milhões de pãezinhos e impressionantes um milhão de pizzas. Por minuto, são, nada mais nada menos, que 720 redondas de muzzarela, calabreza, aliche...

A pizza, inclusive, pode ser considerado o prato mais típico de São Paulo. Assunto sério para quem vive na cidade, as pizzas têm até um dia no calendário municipal. Por isso, leve na brincadeira o discurso paulistano que defende a pizza com unhas e dentes, rechaça invenções e, principalmente, tem ojeriza ao catchup e mostarda na pizza. No final, você vai ver, tudo vai acabar em pizza em uma divertida roda de amigos.

As pizzarias podem ser encontradas em toda a cidade. As mais famosas cobram várias dezenas de reais e podem, até, ser assinadas por chefes famosos. Nesses locais, a pizza é impecável, com ingredientes selecionados e cuidado primoroso. Na periferia, elas podem ser compradas com poucos reais. Mas isso não impede que o prato preferido do paulistano seja feito com carinho e seja incrivelmente bom. Simples, gostosa e democrática: essa é a pizza paulistana.

A cozinha italiana ainda reserva as cantinas, que se concentram nos bairros tradicionais do Bixiga, Brás e Mooca.

Na Liberdade, está a maior concentração de restaurantes japoneses, chineses e coreanos. Também vale entrar nos mercadinhos japoneses do bairro e tentar resistir à tentação.

Na Marginal Tietê, há grande concentração de churrascarias. O mesmo acontece nas avenidas expressas 23 de Maio, na zona sul, e Radial Leste, na zona leste.

Para comer bem em lugares requintados (muitas vezes com preços salgados) vá aos tradicionais restaurantes do bairro dos Jardins ou para estabelecimentos mais badalados, tente os restaurantes moderninhos do Itaim.


Beber e sair
Como toda grande metrópole, São Paulo tem uma vida noturna concorrida. Historicamente, a noite paulistana sempre foi citada como uma das mais agitadas da América Latina. Recentemente, a cidade tem sido classificada como um novo nome no seleto grupo das melhores opções noturnas do planeta. Uma característica de São Paulo é a diversidade e a democracia de sua noite. É possível encontrar opções das mais populares a clubes exclusivos cuja entrada pode chegar à casa da centena de dólares.

Espalhados por toda a cidade, os “botecos” são a opção preferida dos paulistanos para encontrar amigos, beber cerveja ou chopp e ainda experimentar petiscos. Esses bares despojados estão dos bairros mais elegantes à distante periferia. Os mais concorridos ficam na região da Vila Madalena, Pinheiros, Jardins, Vila Nova Conceição, Vila Olímpia, Tatuapé, Santana, além do centro.

Nos últimos anos, a cidade foi invadida por uma série de “botecos chiques”, principalmente na Vila Madalena, Pinheiros e Vila Nova Conceição. Eles mantêm características e decoração dos antigos bares, mas oferecem serviço e opções de cardápio diferenciados. A cozinha desses botecos é um capitulo a parte, e é uma ótima opção para pratos tipicamente populares, como coxinhas, pastéis, sanduíches e outras porções.

Depois de alguns – ou muitos – chopps, o viajante tem uma infinidade de opções para terminar a noite. As discotecas – mais conhecidas na cidade como danceterias ou, simplesmente, baladas – também estão espalhadas e as alternativas são praticamente infinitas. De segunda a segunda, a noite paulistana oferece opções que vão desde a música country às mais variadas vertentes da música eletrônica, passando por clubes de rock, hip hop, rap, samba, pagode e axé.

Nos últimos anos, São Paulo tem entrado no hall das melhores noites do mundo. Quem diz isso não são os paulistanos, e sim grandes publicações mundiais, como a inglesa i-D e o norte-americano The New Youk Times.

As opções eletrônicas se concentram, principalmente, na região da Vila Olímpia (Zona Sul), onde uma série de clubes congestionam as ruas do bairro que, durante o dia, é tranqüilo e endereço de famílias de classe média alta e escritórios. Os mais conhecidos são a Lov.E e o Manga Rosa. Há outros clubes em bairros centrais, como o D-Edge, na Barra Funda, Glória, na Bela Vista, e Vegas, em Cerqueira César. Outros nomes conhecidos são a Lotus - filial do clube de Nova York, no Brooklin, e o Pacha - de Ibiza, na Vila Leopoldina. Para o público GLS, as mais concorridas são a The Week, na Lapa; Bubu Lounge e Disco em Pinheiros; Megga Fun!, Flexx e Blue Space na Barra Funda, e diversas outras baladas e bares localizados nas regiões do centro e Avenida Paulista.

Outra forte vertente é o rock. Os pequenos clubes da região da Paulista e Rua Augusta concentram uma série de festas que são regadas desde o rock indie até noites dedicadas exclusivamente ao rockabilly. Na região, estão os Milo Garage, Funhouse, Vegas, Outs e Inferno. Fora desse circuito, destaque para o Berlin e o CB, ambos na Barra Funda.

Outras opções são encontradas por toda a cidade. Para acompanhar a agenda, é aconselhável comprar os jornais às sextas-feiras. Nesse dia, os principais títulos da cidade (Folha de S.Paulo, O Estado de S.Paulo, Jornal da Tarde e Diário de São Paulo) têm cadernos específicos com um roteiro completo para a semana.


Dormir
Veja dicas de hotéis diretamente nas regiões da cidade destacadas acima.

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Telefonia fixa
A cidade é bem servida por telefones públicos facilmente identificados pela cor verde e o logotipo da espanhola Telefónica. Os aparelhos funcionam com cartões telefônicos encontrados facilmente no comércio, como bancas de jornal, farmácias e padarias. Vale a pena pesquisar por cartões promocionais que permitem tempo maior de conversação em ligações para telefones fixos. Não é possível usar moedas.

Nas ruas, outra opção são as centrais pagas de telefonia. No centro da cidade e em áreas centrais de alguns bairros, é possível encontrar alguns pontos que oferecem o serviço. Uma das redes mais conhecidas é a Baratofone. Nesse serviço, o cliente usa uma das cabines, realiza a ligação - para telefones fixos e celulares do Brasil ou exterior - e paga pelo minuto falado. Essa é a opção mais barata para ligações para o exterior e outros Estados do Brasil. Há tabela de preços afixada no caixa.

Para realizar ligações interurbanas ou internacionias de telefones fixos, públicos ou celulares, é preciso usar uma operadora de longa distância. Para completar a chamada é preciso discar 0 XX código de área + número de telefone. O XX é substituído pela operadora. Em São Paulo, as mais usadas são Telefônica (15), Embratel (21) e Intelig (23). Para comparar preços, a Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) oferece tabela de preços conforme horário e dia da semana em seu sítio na internet. Para ligações internacionias, o formato do número é 00 XX código do país + código da cidade + número de telefone e as operadoras, as mesmas.

Telefonia celular
A cidade de São Paulo é servida por cinco operadoras de telefonia móvel e dois sistemas tecnológicos. A cobertura atinge toda a cidade e áreas de sombra são observadas, geralmente, apenas em bairros periféricos. A transmissão de dados é em alta velocidade, com tecnologia 3G na maioria das companhias. Clientes nacionais têm, normalmente, roaming automático. Clientes internacionais têm a opção de escolher a operadora a ser utilizada em São Paulo. Vale a pena pesquisar os preços antes de chegar na cidade para não ter uma surpresa desagradável na conta no final da viagem.

Mais antiga operadora da cidade, a Vivo (antiga Telesp Celular) opera sua rede em dois modos: CDMA digital e GSM. A tecnologia permite roaming internacional não automático de boa parte das operadoras da América do Norte, Europa e partes da Ásia. Consulte sua operadora antes da viagem. Clientes pós-pagos da Vivo e de outras operadoras brasileiras de outros Estados têm roaming automático em São Paulo. Clientes pré-pagos de outros Estados geralmente precisam de recarga extra para realizar chamadas. Consulte sua operadora.

A tecnologia GSM é usada pelas demais operadoras da cidade, Claro, TIM e as novas Oi e Ae iou. Nas três primeiras operadoras, o roaming internacional é automático para a maioria das operadoras da Europa e América Latina. Mesmo assim, é recomendável consultar sua operadora antes da viagem. Clientes do pós-pagos do Brasil, inclusive das demais operadoras - como BrasilTelecom - também têm roaming automático em São Paulo. Clientes pré-pagos de outros Estados geralmente precisam de recarga extra para realizar chamadas. Consulte sua operadora.

Para usuários da tecnologia TDMA - como parte da TelemigCelular - têm roaming na Claro.

Para turistas corporativos, também é possível usar os serviços da Nextel. Verifique com a operadora como pode ser feito o roaming, inclusive internacional.

Internet
Cyber cafés são facilmente encontrados em locais de grande movimento como o centro velho, região da avenida Paulista e Faria Lima. Nas demais áreas, os pontos de acesso estão geralmente em Lan Houses, casas de jogos em rede que também oferecem o acesso à rede. Em todas essas opções, o serviço é cobrado por tempo de acesso. Geralmente, costuma-se pagar por 15 minutos iniciais e, depois, por fração de hora.

Uma das opções mais baratas é o serviço prestado pelo McDonald's. Para clientes da cadeia de lanchonetes, há diversas lojas que oferecem o acesso gratuito à rede por 15 minutos ou 30 minutos. Os computadores estão na entrada da loja.

Os hotspots, pontos de conexão sem fio, não são tão fáceis de encontrar em São Paulo. Diferentemente dos Estados Unidos e Europa, os pontos de acesso paulistanos são pagos. Hotéis, cafés, restaurantes, shoppings e aeroportos são alguns dos pontos que oferecem o serviço que pode ser pago por hora, com a compra eletrônica de um cartão pré-pago, ou por período, com a contratação semanal ou mensal do serviço. Para comprar o serviço, basta ligar o notebook ou palm, escolher uma das redes disponíveis e seguir as instruções na tela.

Pontos gratuitos, de rede aberta, são mais facilmente encontrados nas avenidas Paulista, Faria Lima, Luiz Carlos Berrini, bairro dos Jardins, Consolação, Pinheiros e centro.