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segunda-feira, 29 de abril de 2013

Esperando a Primavera...


Sinto-me como uma semente no meio do inverno, sabendo que a primavera se aproxima. O broto romperá a casca e a vida que ainda dorme em mim haverá de subir para a superfície, quando for chamada. O silêncio é doloroso, mas é no silêncio que as coisas tomam forma, e existe momentos em nossas vidas que tudo que devemos fazer é esperar. Dentro de cada um, no mais profundo no ser, está uma força que vê e escuta aquilo que não podemos ainda perceber. Tudo o que somos hoje nasceu daquele silêncio de ontem. Somos muito mais capazes do que pensamos. Há momentos em que a única maneira de aprender é não tomar qualquer iniciativa, não fazer nada. Porque, mesmo nos momentos de total inação, esta nossa parte secreta está trabalhando e aprendendo. Quando o conhecimento oculto na alma se manifesta, ficamos surpresos conosco mesmos, e nossos pensamentos de inverno se transformam em flores, que cantam canções nunca antes sonhadas. A vida sempre nos dará mais do que achamos que merecemos...
(Khalil Gibran)

segunda-feira, 9 de novembro de 2009

Gibran Khalil Gibran...


O Silêncio é doloroso... Mas é no silêncio que as coisas tomam forma, e existem momentos em nossas vidas que tudo o que devemos fazer é esperar.
Dentro de cada um, no mais profundo do nosso ser, está a força que vê e escuta aquilo que não podemos ainda perceber. Tudo o que somos hoje nasceu aquele silêncio de ontem.
Somos muito mais capazes do que pensamos. Há momentos em que a única maneira de aprender é não tomar qualquer iniciativa, não fazer nada. Porque, mesmo nos momentos de total inação, esta nossa parte secreta está trabalhando e aprendendo.
Quando o conhecimento oculto na alma se manifesta, ficamos surpresos conosco mesmos, e nossos pensamentos de inverno se transformam em flores, que cantam canções nunca antes sonhadas.
A vida sempre nos dará mais do que achamos que merecemos.

(Gibran Khalil Gibran)

quinta-feira, 20 de agosto de 2009

Gibran Khalil Gibran...



O homem é parte da natureza. Todo ano, os elementos da natureza declaram guerra contra sí mesmos: o inverno luta contra as forças da primavera, e isso é tão destruidor como as guerras humanas. Também nós passamos por esse processo, e muitas vezes precisamos morrer por algo que não compreendemos bem.
Aqueles que lutam por uma paz eterna são como os jovens poetas que não querem que a primavera termine nunca. Um homem precisa aprender a lutar por suas idéias e por seus sonhos, porque isso também é parte do que Deus colocou no planeta.
Ninguém chora quando chega o inverno, nem dança quando a primavera começa a mostrar as flores do campo.
Existe gente que gosta mais das noites frias do que do verão. Seria justo dizer a estas pessoas: "Você não tem coração, você está vendo a natureza ser destruída pelo frio, e não está chorando. A glória e a beleza do verão estão morrendo e você parece indiferente".
Entretanto, não existe o que tentam chamar de LUTA PELA MORTE. Tudo o que acontece nesta terra é uma LUTA PELA VIDA.
(Gibran Khalil Gibran)

segunda-feira, 17 de agosto de 2009

Gibran Khalil Gibran...


A diferença entre um profeta e um poeta é que o primeiro vive aquilo que ensina.
O poeta não faz isso; ele pode escrever versos magníficos sobre o amor e, mesmo assim, continuar sem ser amado.
Quando uma pessoa aceita não ser amada termina transformando-se em alguém impossível de se amar.
A arte é a tentativa de exprimir o que a humanidade ama.
Em todas as épocas, nós amamos a beleza. Nem tudo aquilo que é belo é bom, mas toda bondade é bela.
(Gibran Khalil Gibran)

sábado, 1 de agosto de 2009

Gibran Khalil Gibran...


Estive pensando em escrever, dar forma, manifestar os únicos pensamentos que realmente mudaram minha vida interior: Deus, o Mundo, e a Alma do Homem.
Sinto que uma voz está tomando forma dentro de mim, e estou agora esperando escutá-la. Meu único desejo é encontrar a maneira exata, a vestimenta certa para que o que esta voz tem a dizer chegue aos ouvidos humanos.
É belo poder falar com os outros sobre Deus porque não somos Ele, mas podemos ao menos preparar nossa consciência para crescer, usando Suas manifestações visíveis.

(6 de janeiro de 1916 - Gibran Khalil Gibran)

segunda-feira, 6 de julho de 2009

Frases - Gibran Khalil Gibran...


A verdade de outra pessoa não está no que ela te revela, mas naquilo que não pode revelar-te. Portanto, se quiseres compreendê-la, naõ escute o que ela diz, mas antes, o que ela não diz.

Aprendi o silêncio com os faladores, a tolerância com os intolerantes, a bondade com os maldosos; e, por estranho que pareça, sou grato a esses professores.

Quem não sabe aceitar as pequenas falhas das mulheres não aproveitará suas grandes virtudes.

A simplicidade é o último degrau da sabedoria.

Todo o trabalho é vazio a não ser que haja amor.

O prisioneiro que tem a porta do seu cárcere aberta e não se liberta, é um covarde.

A perplexidade é o início do conhecimento.

Mãe: a palavra mais bela pronunciada pelo ser humano.

sábado, 4 de julho de 2009

Sobre o Amor...


Quando o amor vos chamar, segui-o,
Embora seus caminhos sejam agrestes e escarpados;
E quando ele vos envolver com suas asas, cedei-lhe,
Embora a espada oculta na sua plumagem possa ferir-vos;
E quando ele vos falar, acreditai nele,
Embora sua voz possa despedaçar vossos sonhos como
o vento devasta o jardim.

Pois, da mesma forma que o amor vos coroa, assim
ele vos crucifica. E da mesma forma que contribui para
vosso crescimento, trabalha para vossa poda.
E da mesma forma que alcança vossa altura e acaricia
vossos ramos mais tenros que se embalam ao sol,
Assim também desce até vossas raízes e as sacode no
seu apego à terra.
Como feixes de trigo, ele vos aperta junto ao seu coração.
Ele vos debulha para expor vossa nudez.
Ele vos peneira para libertar-vos das palhas.
Ele vos mói até a extrema brancura.
Ele vos amassa até que vos torneis maleáveis.
Então, ele vos leva ao fogo sagrado e vos transforma
no pão místico do banquete divino.
Todas essas coisas, o amor operará em vós para que
conheçais os segredos de vossos corações e, com esse
conhecimento, vos convertais no pão místico do banquete divino.

Todavia, se no vosso temor, procurardes somente a
paz do amor e o gozo do amor,
Então seria melhor para vós que cobrísseis vossa nudez
e abandonásseis a eira do amor,
Para entrar num mundo sem estações, onde rireis, mas
não todos os vossos risos, e chorareis, mas não todas as
vossas lágrimas.
O amor nada dá senão de si próprio e nada recebe
senão de si próprio.
O amor não possui, nem se deixa possuir.

Pois o amor basta-se a si mesmo.
Quando um de vós ama, que não diga: 'Deus está no
meu coração', mas que diga antes: 'Eu estou no coração de Deus.'
E não imagineis que possais dirigir o curso do amor
pois o amor, se vos achar dignos, determinará ele próprio
o vosso curso.
O amor não tem outro desejo senão o de atingir
a sua plenitude.
Se, contudo, amardes e precisardes ter desejos, sejam
estes os vossos desejos:
De vos diluirdes no amor e serdes como um riacho
que canta sua melodia para a noite;
De conhecerdes a dor de sentir ternura demasiada;
De ficardes feridos por vossa própria compreensão do amor
E de sangrardes de boa vontade e com alegria;
De acordardes na aurora com o coração alado e agradecerdes por um novo dia de amor;
De descansardes ao meio-dia e meditardes sobre o
êxtase do amor;
De voltardes para casa à noite com gratidão;
E de adormecerdes com uma prece no coração para o
bem-amado, e nos lábios uma canção de bem-aventurança.

(Gibran Khalil Gibran)

quinta-feira, 11 de junho de 2009

Gibran Khalil Gibran...


Gibran Khalil Gibran, (6 de janeiro de 1883; Bicharre, Líbano – 10 de abril de 1931, Nova Iorque, Estados Unidos da América), foi um ensaísta, filósofo, prosador, poeta, conferencista e pintor de origem libanesa, cujos escritos, eivados de profunda e simples beleza e espiritualidade, alcançaram a admiração do público de todo o mundo.

Seu nome completo transliterado para línguas ocidentais (de base alfabética predominantemente neo-latina), é Gibran Khalil Gibran, assim assinando em árabe. Em inglês (pois foi nos Estados Unidos da América que ele desenvolveu a maior parte da sua atividade produtiva), preferiu a forma reduzida e ligeiramente modificada de Khalil Gibran. E assim se conhece em todo o mundo ocidental.

Em sua relativamente curta, porém prolífica existência (viveu apenas 48 anos), Khalil Gibran produziu obra literária acentuada e artisticamente marcada pelo misticismo oriental, que — por essa razão — alcançou popularidade em todo o mundo. Sua obra, acentuadamente romântica e influenciada por fontes de aparente contraste como a Bíblia, Nietzsche e William Blake, trata de temas como o amor, a amizade, a morte e a natureza, entre outros.
Escrita em inglês e árabe, expressa as inclinações religiosas e mística do autor. Sua obra mais conhecida é o livro "O Profeta", que foi originalmente publicado no idioma inglês e traduzido para inúmeros outros idiomas mundo afora.
Outro livro de destaque é "Asas Partidas", em que o autor fala de sua primeira história de amor.


O Profeta

Amai-vos um ao outro, mas não façais do amor um grilhão:
Que haja antes um mar ondulante entre as praias de vossas almas.
Encheis a taça um do outro, mas não bebais na mesma taça.
Dai de vosso pão um ao outro, mas não comais do mesmo pedaço.
Cantai e dançai juntos, e sede alegres, mas deixai cada um de vos estar sozinho,
Assim como as cordas da lira são separadas e, no entanto, vibram na mesma harmonia.

Dai vossos corações, mas não confieis a guarda um do outro.
Pois somente a mão da vida pode conter nossos corações.
E vivei juntos, mas não vos aconchegueis em demasia;
Pois as colunas do templo erguem-se separadamente,
E o carvalho e o cipreste não crescem a sombra um do outro.

(Gibran Khalil Gibran)

domingo, 31 de maio de 2009

Vossos Filhos...


Vossos filhos não são vossos filhos.
São os filhos e as filhas da ânsia da vida por si mesma.
Vêm através de vós, mas não de vós.
E embora vivam convosco, não vos pertencem.
Podeis outorgar-lhes vosso amor, mas não vossos pensamentos,
Porque eles têm seus próprios pensamentos.
Podeis abrigar seus corpos, mas não suas almas;
Pois suas almas moram na mansão do amanhã,
Que vós não podeis visitar nem mesmo em sonho.
Podeis esforçar-vos por ser como eles, mas não procureis fazê-los como vós,
Porque a vida não anda para trás e não se demora com os dias passados.
Vós sois os arcos dos quais vossos filhos são arremessados como flechas vivas.
O arqueiro mira o alvo na senda do infinito e vos estica com toda a sua força
Para que suas flechas se projetem, rápidas e para longe.
Que vosso encurvamento na mão do arqueiro seja vossa alegria:
Pois assim como ele ama a flecha que voa,
Ama também o arco que permanece estável.

(Gibran Khalil Gibran)

quarta-feira, 31 de dezembro de 2008

Amai-vos...


Amai-vos um ao outro,
mas não façais do amor um grilhão.
Que haja, antes, um mar ondulante
entre as praias de vossa alma.
Enchei a taça um do outro,
mas não bebais da mesma taça.
Dai do vosso pão um ao outro,
mas não comais do mesmo pedaço.
Cantai e dançai juntos,
e sede alegres, mas deixai
cada um de vós estar sozinho.
Assim como as cordas da lira
são separadas e, no entanto,
vibram na mesma harmonia.
Dai vosso coração,
mas não o confieis à guarda um do outro.
Pois somente a mão da Vida
pode conter vosso coração.
E vivei juntos,
mas não vos aconchegueis demasiadamente.
Pois as colunas do templo
erguem-se separadamente.
E o carvalho e o cipreste
não crescem à sombra um do outro.

(Gibran Kahlil Gibran)